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dc.contributor.advisorÁvila, Ciro Alexandre-
dc.contributor.authorGuimarães, Eduardo Henrique Andrade de-
dc.date.accessioned2018-07-17T17:06:00Z-
dc.date.available2018-07-19T03:00:08Z-
dc.date.issued2010-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4361-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAnfibolitospt_BR
dc.subjectDiques de metagabro-diabásiopt_BR
dc.subjectGreenstone belt Rio das Mortespt_BR
dc.subjectPetrografiapt_BR
dc.subjectGeoquímicapt_BR
dc.subjectCinturão Mineiropt_BR
dc.subjectCráton São Franciscopt_BR
dc.titleAnfibolitos do Greenstone Belt Rio das Mortes e Diques de Metagabro-diabásio da Região de Resende Costa, Estado de Minas Geraispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1281397426132157pt_BR
dc.contributor.referee1Teixeira, Wilson-
dc.contributor.referee2Almeida, Cícera Neysi de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0878609222243870pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo o estudo das rochas anfibolíticas do greenstone belt Rio das Mortes e dos diques de metagabro-diabásio de uma área de cerca de 120 Km². Para se alcançar o objetivo proposto foi realizado o mapeamento geológico na escala de 1:25.000 entre as cidades de Ritápolis e Resende Costa, bem como os estudo petrográfico e químico. A evolução da borda meridional do cráton São Francisco pode ser explicada como a estabilização de uma massa continental arqueana, que no Paleoproterozóico começou a sofrer um processo de subducção, culminando com a formação de arcos magmáticos, que foram incluídos no Cinturão Mineiro. Este cinturão é composto principalmente por terrenos gnáissicos parcialmente migmatizados e por rochas vulcânicas máficas-ultramáficas e sedimentares (faixas greenstone), que foram metamorfisadas em fácies anfibolito, destacandose dentre estas o greenstone belt Barbacena, que foi subdividido em três faixas diferentes (greenstone belts Rio das Mortes, Nazareno e Dores do Campo). Essas rochas são intrudidas por diversos corpos máficos e félsicos, relacionados ao plutonismo da fase de subducção deste cinturão. De modo geral, a área mapeada é composta por um embasamento, que é representado por: um pacote de rochas anfibolíticas, que ocorrem intercaladas com raras rochas metassedimentares, que compõe o greenstone belt Rio das Mortes; e pelo gnaisse tonalítico Ramos, de posição estratigráfica indefinida. As rochas do citado greenstone belt são intrudidas por corpos plutônicos, deformados ou não, representados pelo granitóide Ritápolis e pelo ortognaisse Resende Costa. Diques de metagabro-diabásio cortam todas essas unidades citadas, sendo portanto mais novos. O gnaisse tonalítico Ramos é composto por bandas de coloração ora mais clara, ora mais escura, formados por biotita, quartzo, plagioclásio, hornblenda, epidoto, clinozoisita, allanita, apatita, titanita, rutilo e minerais opacos. A diferença de coloração das bandas é dada principalmente pela quantidade de minerais máficos. Este gnaisse é cortado por diversas rochas, dentre as quais: diques tonalíticos; pegmatitos concordantes a foliação, isto é, dobrados juntamente com o gnaisse; diques tonalíticos que cortam a foliação da rocha em baixo ângulo; e diques granodioríticos e pegmatíticos que cortam discordantemente a foliação do gnaisse, sendo esses dois últimos possivelmente relacionados ao granitóide Ritápolis. O greenstone belt Rio das Mortes foi subdividido em três unidades: metassedimentar, metaultramáfica e metamáfica. A unidade metassedimentar é composta por gonditos intercalados com filitos avermelhados a acinzentados e raros quartzitos. A unidade metaultramáfica é representada um corpo cumulático composto por hornblenda + diopsídio + epidoto + plagioclásio + titanita + zircão + sericita ± olivina (fayalita) ± quartzo. A unidade metamáfica é dividida em duas subunidades: a primeira, denominada unidade anfibolítica fina a média é composta por hornblenda verde a castanha + andesina (An32–36) +epidoto + zircão + opacos + apatita + titanita + clinozoisita ± granada ± quartzo; e a segunda corresponde a subunidade anfibolítica com piroxênio, que é composta de hornblenda verde a castanha + andesina (An40–42) + diosídio incolor a verde-pálido + epidoto + zircão + apatita + rutilo + titanita. ± quartzo. As paragêneses impressas nessas rochas apontaram para condições levemente diferentes para as duas subunidades citadas: a subunidade anfibolítica fina a média estaria em condições equivalentes a facies anfibolito baixo/médio, enquanto a subunidade anfibolítica com piroxênio estaria nas facies anfibolito médio/alto. A geoquímica mostrou que as rochas estudadas correspondem a basaltos andesíticos, de filiação toleítica, semelhantes aos MORBs e poderiam ter se formado em arco vulcânico ou em fundo oceânico. Os diques de metagabro–diabásio foram subdivididos em corpos metamorfisados compostos por plagioclásio + hornblenda + apatita + minerais opacos + epidoto + titanita + quartzo + actinolita ± augita, e em diques de diabásio, com mineralogia formada por plagioclásio + augita + ortopiroxênio + apatita + minerais opacos ± uralita ± iddingsita. A família dos diques de metagabro estaria relacionada a um intervalo temporal muito grande entre 2121 ± 7 Ma e 567 Ma, enquanto seu metamorfismo estaria relacionado ao evento da orogenia Brasiliana. Já os diques de diabásio, sem qualquer feição metamórfica ou deformacional, estariam relacionados a algum evento posterior ao evento Brasiliano, provavelmente o magmatismo relativo à abertura do oceano Atlântico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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