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dc.contributor.advisorPolivanov, Helena-
dc.contributor.authorAlvaro, Thiago Teles-
dc.date.accessioned2018-07-24T14:32:03Z-
dc.date.available2018-07-26T03:00:18Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4371-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLodo de esgotopt_BR
dc.subjectLatossolospt_BR
dc.subjectChernossolospt_BR
dc.titleAvaliação da toxicidade de lodo de esgoto quando acrescido em latossolo e chernossolo através de ensaio geoquímico e ecotoxicológicos.pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5585486490281012pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9132351248439635pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Cesar, Ricardo Gonçalves-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0781662217686408pt_BR
dc.contributor.referee1Borges, Andrea Ferreira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1028222523174508pt_BR
dc.description.resumoO uso do rejeito sólido obtido do lodo de esgoto a partir do tratamento de esgoto sanitário vem sendo aplicado como uma técnica de regeneração e fertilização de áreas degradadas, sendo atualmente vista como uma alternativa para a disposição final desses resíduos. No entanto, os metais pesados presentes em proporções diferentes nos diversos lodos de esgoto, podem se acumular no ambiente e persistir por longo período, podendo ser prejudicial ao ecossistema. O presente trabalho visa à avaliação da toxicidade de solos tratados com LE através de ensaios geoquímicos e bioensaios agudos com micro-crustáceos e crônicos com algas clorofíceas. As doses de LE utilizadas para os solos foram estipuladas com base na recomendação para utilização em áreas de regeneração (6,66% para Latossolo; e 6,58% para Chernossolo) e uma progressão aritmética desses valores, totalizando cinco doses lodo para cada solo. Na avaliação geoquímica foram testadas apenas a dose recomendada e o dobro da mesma, já para os ensaios ecotoxicológicos foram cinco doses (dose ideal até a quintuplicada) para o ensaio agudo e três doses para cônico (dose ideal, dobrada e triplicada), estas doses não surtiram efeito com os micro-crustáceos do ensaio agudo. Foi observada maior toxicidade no Latossolo em relação ao Chernossolo, sendo estimada como dose de LE causadora de toxicidade, em 26,21% para LT e 31,11% no CH, nos ensaios agudos. Como resultado da avaliação geoquímica observou-se uma baixa toxicidade não representativa de risco nas doses mais baixas de lodo aplicadas em Latossolo e Chernossolo. Já em um ambiente de exposição contínua ou sucessiva, representados através dos ensaios crônicos, no LT a dose ideal se mostra altamente tóxica, no CH a dose considerada tóxica foi a partir de 19,74% de LE. De posse desses dados, pode-se concluir que a aplicação de LE como técnica regenerativa de solos, somente pode causar contaminações oferecendo efeitos a longo prazo, podendo ser incorporados pela biota e provocando danos à cadeia trófica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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