Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11422/4945
Tipo: Trabalho de conclusão de graduação
Título: Política monetária, instabilidade financeira e o canal da tomada de risco: evidências para o Brasil (2001 - 2016)
Autor(es)/Inventor(es): Ramos, Brendon Azevedo
Orientador: Licha, Antonio Luis
Resumo: A crise financeira de 2007/2008 e a contração econômica global que se seguiu representaram um desafio para os banqueiros centrais e ministros de finanças, assim como para a comunidade global de economistas. Este trabalho destaca a necessidade de melhor compreender a ligação entre as instituições financeiras e a economia, assim como o papel do banco central em responder a questões de estabilidade financeira. Por mais que o objetivo primário da política monetária continue sendo a estabilidade de preço, dada a importância do sistema financeiro para o mecanismo de transmissão da política monetária, é vital que as autoridades monetárias avaliem as condições de estabilidade financeira e, seja via instrumentos tradicionais ou políticas não convencionais, tenham capacidade de agir no sentido de contribuir para a estabilidade financeira. Desta forma se percebe que a taxa de juros pode influenciar no nível de risco dos intermediários financeiros através de um canal específico: o canal da tomada de risco. A crise evidenciou que a estabilidade monetária não garante a financeira e que as inovações financeiras representam um importante fator na dinâmica macroeconômica. No caminho de compreender melhor a ligação entre o setor financeiro e a macroeconomia, este trabalho apresenta modelos macroeconômicos que consideram a tomada de risco por parte das instituições financeiras. Em seguida este aponta um conjunto de evidências empíricas já reportadas em artigos no exterior. O principal objetivo deste trabalho é averiguar a existência de evidências empíricas deste canal no Brasil, e para tanto são realizados estudos econométricos. Utilizando o teste de causalidade de Granger e função de Impulso-Resposta se conclui a existência de evidências empíricas de um canal de tomada de risco, de forma que taxas de juros afeta e é afetada pela tomada de risco.
Palavras-chave: Macroeconomia
Econometria
Política monetária
Análise de risco
Canal de crédito
Instabilidade financeira
Finanças
Risco financeiro
Assunto CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS
Departamento: Instituto de Economia
Editor: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Data de publicação: 2016
País de publicação: Brasil
Idioma da publicação: por
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://hdl.handle.net/11422/4945
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