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dc.contributor.advisorAlmeida, Leonardo Fonseca Borghi de-
dc.contributor.authorTang, Vicente de Azevedo-
dc.date.accessioned2018-10-08T17:14:58Z-
dc.date.available2018-10-10T03:00:17Z-
dc.date.issued2017-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5307-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBacia de Sergipe-Alagoaspt_BR
dc.subjectFormação Cotinguibapt_BR
dc.subjectCicloestratigrafiapt_BR
dc.subjectCiclos de Milankovitchpt_BR
dc.titleAnálise Cicloestratigráfica do Intervalo Cenomaniano Superior - Turoniano Inferior (Formação Cotinguiba) da Bacia de Sergipe - Alagoaspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5821487047888554pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5566185164117729pt_BR
dc.contributor.referee1Rios Netto, Aristóteles de Moraes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2055448928251991pt_BR
dc.contributor.referee2Oliveira, Bruno Valle de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7289349335894576pt_BR
dc.description.resumoA Formação Cotinguiba compreende depósitos de águas profundas de uma grande fase transgressiva da Bacia de Sergipe-Alagoas. Inserida no estágio Drifte da Bacia quando da formação do Atlântico Sul, a Formação Cotinguiba foi formada predominantemente pela sedimentação carbonática do Cenomaniano ao Coniaciano. Duplas (couplets) de margas e lamitos carbonáticos, assim como fácies similares a varves são característicos da sucessão, sendo sua ciclicidade atribuída ao Ciclos de Milankovitch. Uma análise cicloestratigráfica foi realizada através da análise espectral de um perfil de raios-gama obtido entre 4,35 e 405,9 m de profundidade, localizado na Pedreira Votorantim, a 17 km noroeste da capital Aracaju. Um intervalo de análise foi definido (50-250 m) e sub-dividido em seções de 40 m para que seus valores fossem usados na elaboração de periodogramas. Em seguida, as espessuras identificadas foram correlacionadas aos ciclos astronômicos. O objetivo deste trabalho é reconhecer os padrões dos Ciclos de Milankovitch no pacote estudado, discutir os mecanismos pelos quais os ciclos astronômicos induzem mudanças nos padrões climáticos e consequentemente nos padrões de sedimentação e verificar a análise cicloestratigráfica como ferramenta estratigráfica de alta resolução. As correlações permitiram o cálculo de taxas de acumulação e tempos de deposição dos intervalos e da sucessão completa. Foram detectados ciclos de excentricidade curta; obliquidade curta e longa; e precessão curta, longa e double-beat. A média da taxa mínima de acumulação para o intervalo completo foi de 19±3 cm/k.a. e seu tempo mínimo de deposição de 1,0 m.a.. Variações glacioeustáticas, ressurgências, variações nas taxas de erosão continental e na produtividade primária oceânica foram os fatores responsáveis pela ciclicidade dos sedimentos da Formação Cotinguiba, todos induzidos pelos ciclos orbitais. Por fim, ciclos da ordem de 100 k.a. legitimam a Cicloestratigrafia como importante ferramenta na melhoria de resoluções geocronológicas e auxílio em correlações, particularmente para as bacias da margem continental leste do Brasil.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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