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dc.contributor.advisorMello, Claudio Limeira-
dc.contributor.authorRocha, Natasha Pereira-
dc.date.accessioned2018-10-11T13:15:51Z-
dc.date.available2018-10-13T03:00:20Z-
dc.date.issued2010-06-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5324-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFormação Barreiraspt_BR
dc.subjectPetrografiapt_BR
dc.subjectDiagênesept_BR
dc.titleAnálise Petrográfica da Formação Barreiras na região norte do Estado do Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8440044607836952pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3199800253112864pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Costa, Mirian Cristina Oliveira da-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9364943949472072pt_BR
dc.contributor.referee1Carvalho, Ismar de Souza-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2138654072839905pt_BR
dc.contributor.referee2Ramos , Renato Rodriguez Cabral-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4557680514419881pt_BR
dc.description.resumoNa região norte do estado do Rio de Janeiro, há uma extensa cobertura sedimentar neogênica relacionada à Formação Barreiras (Mioceno-Plioceno), composta por arenitos e lamitos, muito ferruginizados, relacionados a uma sedimentação por rios entrelaçados. O presente trabalho tem como objetivo a avaliação em microescala destes depósitos, visando entender a sua evolução diagenética. Foram selecionados dois afloramentos para o desenvolvimento deste estudo, na região entre Campos dos Goytacazes e Barra de Itabapoana: seções Córrego Sucupira e Barra de Itabapoana. Três fácies sedimentares foram caracterizadas: La (lamito argiloso maciço); Am (arenitos lamosos sem estrutura aparente); e Aca (arenitos com estratificação cruzada acanalada). A descrição de 15 lâminas petrográficas permitiu observar a presença de abundante fração argilosa nas fácies areníticas (atribuída à alteração de feldspatos e à infiltração mecânica de argilas), grau de cimentação variável e porosidade dominantemente secundária. Os principais tipos de cimento observados em todas as amostras são: óxidos e hidróxidos de ferro (hematita e goethita) e manganês; e cimento associado à recristalização da fração argilosa. A porosidade total varia entre 2 e 15%. Dentre os aspectos mais relevantes para a caracterização diagenética desses depósitos, destacam-se: infiltração mecânica de argilas em fase bem próxima à sedimentação; atividade de organismos (bioturbação); alteração de minerais primários e grãos de pseudomorfos, produzindo porosidade secundária (móldica, microporosidade); encolhimento do material argiloso após sucessivos ciclos de ressecação/expansão, gerando poros de encolhimento; e remobilização dos elementos mais móveis (ferro e manganês associado a MOA), que passaram a preencher parte dos poros secundários. O grau de compactação fraco e incipiente foi constatado pelos “grãos flutuantes”. Os aspectos descritos são atribuídos dominantemente ao que ocorre durante a eodiagênese, fase de soterramento raso, sendo processado no próprio ambiente deposicional. Caracteres como coatings, poros planares, pedotúbulos, a mobilidade de ferro e manganês, presença de nódulos e intensa infiltração mecânica de argilas evidenciam a atuação importante da pedogênese, em intervalos de quiescência deposicional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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