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dc.contributor.advisorAlmeida, Leonardo Fonseca Borghi de-
dc.contributor.authorOliveira, Bruno Valle de-
dc.date.accessioned2018-10-29T14:39:19Z-
dc.date.available2018-10-31T03:00:16Z-
dc.date.issued2014-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5467-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFormação Cotinguibapt_BR
dc.subjectBacia de Sergipe-Alagoaspt_BR
dc.subjectMicrofácies Sedimentarespt_BR
dc.titleAnálise Microfaciológica dos calcários da formação Cotinguiba (cretáceo superior), Bacia de Sergipe-Alagoaspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5821487047888554pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7289349335894576pt_BR
dc.contributor.referee1Lopes, Jane Nobre-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9873948911009372pt_BR
dc.contributor.referee2Abbots, Frances-
dc.description.resumoA partir da abertura do oceano Atlântico Sul, amplas plataformas carbonáticas desenvolveram-se a partir do Albiano ao longo da margem continental leste do Brasil. A Formação Cotinguiba é resultante de um grande evento transgressivo iniciado no Cenomaniano (cujo ápice foi no início do Turoniano), que proporcionou a sedimentação carbonática em águas mais profundas do que aquela observada para a Formação Riachuelo, sotoposta. O presente estudo foi realizado na mina CIMESA, município de Laranjeiras (Alagoas) e objetivou a análise de microfácies sedimentares e interpretações paleoambientais dos calcários da Formação Cotinguiba, através da descrição sedimentológica de 163 m de um testemunho de sondagem (L17-29A) e descrição petrográfica de amostras nele obtidas. Do estudo do perfil estratigráfico, amostras coletadas e lâminas petrográficas caracterizaram-se dez microfácies sedimentares: (1) MF 1 - Mudstone maciço; (2) MF 2 - Mudstone a wackestone laminado; (3) MF – 3 Wackestone maciço; (4) MF 4 - Wackestone a packstone peloidal-bioclástico; (5) MF 5 – Packstone bioclástico; (6) MF 6 – Packstone a grainstone peloidal; (7) MF 7 – Packstone a grainstone peloidal com laminação cruzada; (8) MF 8 - Floatstone bioclástico; (9) MF 9 – Rudstone intraformacional e (10) MF 10 – Calcário Cristalino. Os resultados da análise das microfácies obtidas indicam que a Formação Cotinguiba teria sido depositada em uma rampa carbonática com quebra de talude distante. As microfácies mais finas, lamosas e laminadas (mudstones e wackestones) indicam uma deposição na porção externa dessa rampa ou em períodos de calmaria na rampa central, enquanto microfácies mais grossas e menos lamosas (packstones e grainstones) indicam depósitos formados por tempestades na porção central. A falta de microfácies indicativas de porções da rampa interna na área de estudo explica-se pelo fato que estes depósitos podem ter sido erodidos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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