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dc.contributor.advisorSouza, Amanda de Moura-
dc.contributor.authorAraujo, Panmela Silva-
dc.date.accessioned2019-04-04T18:47:03Z-
dc.date.available2019-04-06T03:00:11Z-
dc.date.issued2019-01-23-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7062-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAlimentos Industrializadospt_BR
dc.subjectPropagandapt_BR
dc.subjectRegulaçãopt_BR
dc.subjectEscolaspt_BR
dc.subjectAdolescentespt_BR
dc.titleInfluência da propaganda e da venda de alimentos na escola e consumo alimentar de adolescentes brasileirospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6482954153867787pt_BR
dc.contributor.referee1Kale, Pauline Lorena-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9480822764994969pt_BR
dc.contributor.referee2Torres, Juliana Lustosa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9293693561021426pt_BR
dc.description.resumoA venda e propaganda de alimentos não saudáveis nas escolas podem influenciar na relação dos hábitos alimentares e saúde dos escolares. O objetivo desse trabalho busca avaliar a associação entre propaganda e venda de alimentos no ambiente escolar e o consumo de alimentos ultraprocessados em adolescentes brasileiros. A presente monografia usa como fonte de dados o ERICA, que foi um inquérito nacional de base escolar realizado entre março de 2013 e novembro de 2014. Foram avaliados os dados de 1.251 escolas em 124 municípios, dessas escolas, 71.971 adolescentes com idade entre 12 e 17 anos que preencheram o questionário do aluno e forneceram informações sobre o consumo alimentar. A ingestão alimentar foi avaliada utilizando um único recordatório de 24h. Os alimentos foram divididos em três grupos segundo a classificação NOVA, que se baseia na natureza, extensão e propósito do processamento dos alimentos: in natura ou minimamente processados, processados e ultraprocessados. A propaganda de alimentos foi observada em aproximadamente 7% das escolas. Os alimentos cuja propaganda apresentou maior frequência foram refrigerantes (70,5%), sorvetes/picolés (50%) e doces/balas (43,2%). Salgados, doces e refrigerantes são os alimentos mais comercializados nas escolas. A propaganda de alimentos foi maior em escolas privadas (18,9%) em relação às escolas públicas (4,7%), achado semelhante foi encontrado para a venda de alimentos. Nas escolas em que há oferta de merenda a frequência de propaganda (4,1%) e venda (45,2%) de alimentos são menores quando comparadas às escolas que não oferecem merenda, sendo a frequência de 21,6% e 97,3%, respectivamente. Os alimentos ultraprocessados contribuíram com aproximadamente 32% da ingestão energética total dos adolescentes. A contribuição de alimentos ultraprocessados para ingestão energética total foi maior nas meninas em relação aos meninos, para alimentos ultraprocessados, o consumo foi maior nas escolas privadas (37,1%) quando comparada às escolas públicas (32,1%). A ingestão de alimentos ultraprocessados não foi associada à presença de propaganda na escola. A venda de alimentos nas escolas foi associada, de forma estatisticamente significante, a maior ingestão de alimentos ultraprocessados. Em escolas que oferecem merenda a ingestão desses grupos de alimentos foi menor (32,1%), quando comparados às escolas que não oferecem merenda (36,6%), sendo esta diferença estatisticamente significante. Conclui-se que a exposição a propagandas e venda de alimentos junto a falta de oferta de merenda escolar pode influenciar nas escolhas alimentares de crianças e adolescentes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Estudos em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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