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dc.contributor.advisorÁvila, Ciro Alexandre-
dc.contributor.authorGuerreiro, Júlia Campos-
dc.date.accessioned2019-04-15T14:26:12Z-
dc.date.available2019-04-17T03:00:09Z-
dc.date.issued2011-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7254-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGabro Vitoriano Velosopt_BR
dc.subjectSuíte félsica Tiradentespt_BR
dc.subjectPetrografiapt_BR
dc.subjectGeoquímicapt_BR
dc.subjectCinturão Mineiropt_BR
dc.subjectCráton São Franciscopt_BR
dc.titleGeologia do Gabro Vitoriano Veloso e das rochas da Suíte Félsica Tiradentes, região entre Tiradentes, Vitoriano Veloso, Prados e Dores de Campos, estado de Minas Geraispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/1281397426132157pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Bongiolo, Everton Marques-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7782253195806070pt_BR
dc.contributor.referee1Mendes, Julio Cezar-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2278221700182008pt_BR
dc.description.resumoNa região entre as cidades de Tiradentes, Vitoriano Veloso, Prados e Dores de Campos (Minas Gerais) foi realizado o mapeamento geológico na escala 1:25.000 de cerca de 85km², envolvendo principalmente o gabro Vitoriano Veloso e as rochas da suíte félsica Tiradentes. Em termos gerais, o gabro Vitoriano Veloso possui ampla variação faciológica (desde fácies diabásio até fácies gabro grosso), que foi caracterizada em escala de mapa (tendendo a aumentar de granulação em direção a sul), em afloramento (intercalações de camadas centimétricas a métricas) e no estudo petrográfico. Este corpo apresenta uma série de feições primárias, dentre as quais: i) ampla variação na granulação e na porcentagem entre os minerais máficos e félsicos, caracterizando uma diferença composicional dada por um acamamento ígneo; ii) rochas com texturas cumuláticas e intercumuláticas, típicos de corpos acamadados; iii) minerais acessórios presentes ou ausentes em diferentes rochas, indicando diferenças composicionais nos protólitos; iv) presença de clinopiroxênio e ortopiroxênio em proporções variáveis; v) orientação dos cristais de plagioclásio por fluxo magmático; vi) formação de fases de pegmatitização oriundas da percolação de fluídos restantes do final da cristalização magmática; vii) presença de enclaves autolíticos. Desta maneira, foi possível de se caracterizar que o gabro Vitoriano Veloso corresponde a um corpo ígneo acamadado, cujo processo magmático controlador cristalizou inicialmente plagioclásio (± ortopiroxênio) + clinopiroxênio. Ao final desse processo formou-se hornblenda magmática com caráter poiquilítico. Este corpo estaria associado a cristalização de um magma basáltico toleítico enriquecido em MgO em um ambiente de arco de ilha intra-oceânico. Posteriormente, sua mineralogia primária foi superimposta parcial ou totalmente por minerais neoformados associados a um processo metamórfico regional, caracterizado principalmente pelo crescimento de actinolita e ferro-actinolita em substituição ao ortopiroxênio, clinopiroxênio e hornblenda. Posteriormente todo este conjunto foi modificado por processos metamórficos - hidrotermais que ocasionaram a cloritização, sericitização e epidotização dos principais minerais, inclusive, por vezes, obliterando intergralmente as feições primárias e metamórficas. As rochas da suíte félsica Tiradentes variam de tonalitos a dacitos e compreendem dois conjuntos distintos: 1) corpos vulcânicos e subvulcânicos félsicos afaníticos, constituídos predominantemente por andesitos, dacitos e granófiros, com texturas que variam de equigranulares a microporfiríticas, e algumas amostras apresentam textura esferulítica e estrutura acamadada e; 2) corpos subvulcânicos félsicos, faneríticos de finos a médios, com textura variando de equigranular a porfirítica. Estes conjuntos são compostos essencialmente por plagioclásio, quartzo e rara biotita, bem como apresentam agregados contendo clorita, biotita, epidoto e titanita, que foram interpretados como xenólitos máficos parcialmente assimilados de rochas da unidade andesítica Santo Antônio. Estas rochas variam de metaluminosas a peraluminosas, podem ser classificadas como trondhjemitos de baixo conteúdo de Al2O3, formados em um ambiente de arco vulcânico intra-oceânico a partir da cristalização de um magma andesítico de baixo potássio ou pela cristalização de um magma gerado pela fusão parcial de um anfibolito ou gabro. Neste caso, as diferenças texturais observadas estariam associadas à cristalização do magma em diferentes níveis crustais. Em termos de contexto geotectônico, propõe-se que a evolução da borda meridional do cráton são Francisco na região estudada envolveria a subducção e fusão de uma crosta oceânica, com a geração de intenso magmatismo em um ambiente de arco de ilha. Neste sentido, o ambiente geotectônico da região da área estudada corresponderia a um arco magmático intra-oceânico e não a um greenstone belt.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::PETROLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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