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dc.contributor.advisorPinto, José Carlos Costa da Silva-
dc.contributor.authorMiranda, Débora Micheline Vaz de-
dc.date.accessioned2019-04-25T18:20:09Z-
dc.date.available2019-04-27T03:00:11Z-
dc.date.issued2016-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7425-
dc.description.abstractThe high consumption level and wide diversity of electrical and electronic equipment available nowadays caused the signi cant increase of obsolete materials and waste, which can be harmful to the environment and health if discarded incorrectly. As a consequence, it is necessary to develop e ective recycling techniques for the disposal of these wastes and to promote the return of the discarded materials to the manufacturing process. As acrylonitrile-butadiene-styrene (ABS) and highimpact polystyrene (HIPS) are two of the most often used plastics for electronic equipment manufacture, studies were carried out in order to assess the thermal and catalytic degradation of virgin and post-consumer polymer materials used for computer carcasses production. Studies were also performed for the co-pyrolysis of post-consumer carcasses with orange peel, used to simulate the presence and evaluate the in uence of organic matter, rich in oxygenates and water, on the process performance. The zeolites H-USY and H-ZSM5 were employed in both cases as catalysts. The results showed that it is possible to obtain large amounts of liquids (up to 90%), rich in aromatic compounds, constituted by around 60% of styrene monomer. The catalyst increased the amount of the gas fraction and changed the nature of the compounds, considerably reducing the amount of produced styrene. Meanwhile, the co-pyrolysis produced a two-phase product with large quantities of water (about 40%), although the percentage of styrene in the oil fraction was still in the range of 50-60%.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEngenharia química-Tesespt_BR
dc.subjectPirólisept_BR
dc.subjectABSpt_BR
dc.subjectZeólitapt_BR
dc.titleDegradação térmica e catalítica dos polímeros poli (acrilonitrila-co-butadieno-co-estireno) (ABS) e poliestireno de alto impacto (HIPS) oriundos de resíduos eletroeletrônicospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9726303268637143pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Silva, Victor Luis dos Santos Teixeira da-
dc.contributor.referee1Borges, Luiz Eduardo Pizarro-
dc.contributor.referee2Delgado, Jorge Juan Soto-
dc.description.resumoO aumento da acessibilidade ao consumo e a vasta diversidade de equipamentos eletroeletrônicos têm levado à crescente geração de materiais obsoletos e resíduos, que podem ser nocivos ao meio ambiente e à saúde, se dispostos erroneamente. Assim, faz-se necessário desenvolver técnicas de reciclagem e cazes para a eliminação destes resíduos e que propiciem o retorno para o processo produtivo. Sabendo-se que o poliestireno de alto impacto (HIPS) e o copolímero de acrilonitrila-butadienoestireno (ABS) são dois dos plásticos mais frequentemente usados para revestimentos de equipamentos eletrônicos, estudos foram conduzidos para avaliar as rotas de degradação térmica e catalítica dos polímeros puros e dos polímeros pós-consumo, provenientes de carcaças de computadores. Analisou-se ainda o processo de copirólise da carcaça pós-consumo com bagaço de laranja, buscando simular a presença e a in uência de matéria orgânica, rica em compostos oxigenados e água, no material a ser recuperado. As zeólitas H-USY e H-ZSM5 foram empregadas como catalisadores em ambos os processos. Os resultados indicaram que é possível obter grande quantidade da fração líquida (até 90%), rica em compostos aromáticos, sendo que cerca de 60% é constituída pelo monômero estireno. O catalisador aumentou a quantidade da fração gasosa, em detrimento do óleo de pirólise, e alterou a natureza dos compostos, diminuindo consideravelmente a quantidade de estireno formada. Por sua vez, a co-pirólise gerou um produto bifásico, com grande quantidade de água (cerca de 40%), mas ainda assim, o percentual de estireno na fração oleosa se manteve na faixa de 50 a 60%.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenhariapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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