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dc.contributor.advisorWellen, Henrique André Ramos-
dc.contributor.authorPimenta, Deise Mota-
dc.date.accessioned2019-07-08T17:15:05Z-
dc.date.available2019-07-10T03:00:11Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationPIMENTA, Deise Mota. Empregadas domésticas universitárias: quando a segunda jornada se estende às salas de aula da universidade. 2015. 119 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Serviço Social) - Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/8708-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAssistência socialpt_BR
dc.subjectEmpregado domésticopt_BR
dc.subjectEstudantes universitáriospt_BR
dc.titleEmpregadas domésticas universitárias: quando a segunda jornada se estende às salas de aula da universidadept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0608444866355465pt_BR
dc.contributor.referee1Alves, Andrea Moraes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1562580243134745pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Sheila Dias-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4521474694336558pt_BR
dc.description.resumoObserva a compreensão do mundo do trabalho a partir do universo do emprego doméstico e em paralelo investigar as trajetórias escolares de trabalhadoras domésticas inseridas no ensino superior, tal como a investigação sobre acesso a política de permanência na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Realizamos um estudo acerca das trajetórias escolares de cinco trabalhadoras domésticas que estão inseridas no ensino superior universitário, matriculadas no curso de Serviço Social. No mesmo ressaltamos a necessidade da historicização do lugar do trabalho doméstico no Brasil, tal como compreender as condições de permanência na universidade pública oferecidas a estas trabalhadoras discentes. Para isto realizamos a aplicação de questionários e entrevistas semiestruturadas, que foram analisadas de formas qualitativa e quantitativa. Chegamos à conclusão que o emprego doméstico no Brasil possui suas raízes no sistema escravista experimentado no Brasil, pois as relações trabalhistas vivenciadas por esta categoria de trabalhadoras nos levam a afirmar isto. Da mesma maneira quando passamos a investigar a permanência das empregadas domésticas na Universidade Federal do Rio de Janeiro compreendemos que a mesma não atende as necessidades urgentes de permanência das trabalhadoras. Deste modo a questão da ausência de uma política de assistência estudantil que se estenda às empregadas domésticas em sua totalidade não se realiza, sendo ela tocada apenas por ações esparsas que segue na crescente tendência de “bolsificação” das políticas sociais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL::SERVICO SOCIAL APLICADOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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