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dc.contributor.advisorSimão, Renata Antoun-
dc.contributor.authorSampaio, Juliana Abrantes de-
dc.date.accessioned2019-09-10T17:23:57Z-
dc.date.available2019-09-12T03:00:17Z-
dc.date.issued2013-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/9432-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTratamento por plasmapt_BR
dc.subjectFibras naturaispt_BR
dc.subjectÂngulo de contatopt_BR
dc.subjectMicroscopia de força atômicapt_BR
dc.titleCaracterização de fibras de celulose recobertas por plasmapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.referee1Bastos, Daniele Cruz-
dc.contributor.referee2Thiré, Rossana Mara da Silva Moreira-
dc.description.resumoEste trabalho teve como objetivo criar um revestimento capaz de reduzir a hidrofilicidade das fibras de celulose através de diferentes tratamentos por plasma e melhorar a compatibilidade das fibras naturais com os polímeros. As fibras foram tratadas com plasmas de metano e de heptano com potências de 30 e 50 W e tempos de exposição de 10 e 20 minutos, de forma que todas as combinações possíveis desses parâmetros fossem contempladas. As fibras tratadas, assim como as fibras não tratadas, foram analisadas através do ensaio de ângulo de contato e por microscopia de força atômica. Os resultados mostram que os tratamentos foram capazes de aumentar a hidrofobicidade das fibras e que a tensão interna dos recobrimentos provoca a sua fragmentação, aumentando com a potência do reator e com a espessura do filme. O ensaio do ângulo de contanto com o etilenoglicol, que é um plastificante da celulose, permitiu avaliar qualitativamente a porosidade dos recobrimentos. No caso em que o gás de trabalho foi o heptano, o tempo de exposição teve forte influência na qualidade do revestimento. Já para o caso em que foi utilizado o metano, os aumentos da potência e do tempo de exposição não tiveram influência considerável no aumento da hidrofobicidade das amostras e não compensam o maior gasto de energia. Esse estudo mostra que o tratamento com heptano a 30 W durante 20 minutos originou o melhor revestimento em termos de estabilidade e homogeneidade da fibra de celulose e pode ser considerado para tratamentos de fibras naturais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola Politécnicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE MATERIAIS E METALURGICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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