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dc.contributor.advisorSchmitt, Renata da Silva-
dc.contributor.authorKhater, Bernardo Barbagelata-
dc.date.accessioned2023-12-11T12:35:30Z-
dc.date.available2023-12-21T03:00:16Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22175-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDiques de Diabásiopt_BR
dc.subjectDomínio tectônico de Cabo Friopt_BR
dc.subjectControle estruturalpt_BR
dc.subjectCataclasitospt_BR
dc.titleControle estrutural e caracterização dos diques de diabásio e das falhas do cretáceo nos costões rochosos da Praia Brava, Cabo Frio - RJpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2313290767284040pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8363900709510829pt_BR
dc.contributor.referee1Pires, Gustavo Luiz Campos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6024423729802120pt_BR
dc.contributor.referee2Valente, Sérgio de Castro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7049948512331299pt_BR
dc.description.resumoA região de Cabo Frio, costa leste do Estado do Rio de Janeiro, apresenta enxames de diques toleíticos de aproximadamente 132 Ma e de orientação principal NE-SW coincidente em parte com o sistema de falhas e fraturas no embasamento cristalino do Domínio Tectônico do Cabo Frio. A análise geométrica e cinemática dessas estruturas, a assinatura geoquímica dos diques e as condições de emplacement são fundamentais para a reconstrução do evento tectônico de quebra do paleocontinente Gondwana durante o Cretáceo Inferior e iniciação das bacias da margem continental sudeste brasileira. Este trabalho estuda a relação intrínseca entre os diques toleíticos e as falhas cataclásticas que afloram nos costões da Praia Brava de Cabo Frio – RJ. Essas feições cortam ortogonalmente a trama estrutural pretérita NW-SE do embasamento cristalino. A espessura dos diques varia desde poucos centímetros até quinze metros, aflorando por no mínimo um quilômetro com direções principais NE-SW, ENE-WSW e NNE-SSW. Esses corpos máficos podem bifurcar ou alterar sua direção, dependendo da espessura e da orientação do sistema de fraturas/falhas associado. Os diabásios têm predomínio de labradorita e augita em texturas ofíticas e subofíticas, sem presença de vesículas e amígdalas, semelhantes à suíte de baixo TiO2 do conhecido Enxame de Diques da Serra do Mar. O contato intrusivo é abrupto, por vezes com apófises, pontes e xenólitos, podendo ser retilíneo, na maior parte dos casos, seguindo as medidas do sistema de falhas NE-SW ou raramente N-S, defletindo e bifurcando. Essas falhas apresentam movimento normal oblíquo, com as orientações NESW de componente sinistral e N-S de componente destral, deduzidos a partir de planos estriados. O rejeito varia desde sub-milimétrico até poucos metros. Falhas de maior expressão, espessura e/ou rejeito podem formar zonas de dano contendo falhas e fraturas de menor expressão. Formam desde brechas até cataclasitos, com cimentação de carbonatos, sílica, epidoto e óxidos de ferro. Esse material ocorre como uma massa fina homogênea concordante com a orientação da falha, mas também recristalizado na forma euédrica, indicando percolação pós-cinemática. A relação cronológica de campo indica cinemática tanto sin-, tardi- quanto pós-emplacement dos diques.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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