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Tipo: Trabalho de conclusão de graduação
Título: Caracterização por análise térmica de óleo lubrificante de motor a diesel e a gasolina e avaliação do seu potencial de reaproveitamento por pirólise
Autor(es)/Inventor(es): Bonoso, Clara Castanha
Orientador: Cunha, Armando Lucas Cherem da
Coorientador: Azevedo, Érica de Melo
Resumo: O óleo lubrificante é obtido a partir da mistura do óleo básico com os aditivos necessários para o tipo de aplicação. Atualmente a lubrificação é fator decisivo no poder de competitividade, proporcionando melhorias no desempenho dos equipamentos. Os óleos coletados para reprocessamento ou descarte geralmente contém vários tipos de produtos, além de fuligem, lodo, água, sais e sujeira como contaminantes insolúveis e resíduos de combustível, material oxidado e resíduos de aditivos como material dissolvido. Entre as tecnologias disponíveis e adequadas no mercado, o tratamento térmico por pirólise recebe destaque por favorecer o reaproveitamento da matéria-prima como uma fonte de energia ou uma base para obtenção de produtos químicos úteis em vários segmentos industriais. Por isso, o objetivo desse trabalho é caracterizar amostras de óleos lubrificantes usados de duas aplicações e óleos básicos diferentes, uma em motor diesel e base mineral e outra em motor a gasolina e base sintética, usando como referência as amostras dos óleos novos e verificar seus potenciais de reaproveitamento por pirólise. Para isso, foram realizados estudos de caracterização dos óleos por Termogravimetria (TG), Termogravimetria Derivada (DTG), Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC), além do espectro de infravermelho e do estudo cinético da pirólise dos mesmos. A pirólise do óleo lubrificante analisada por termogravimetria indicou a ocorrência de 2 etapas de perda de massa, que estão associadas a volatilização da água e dos compostos orgânicos leves (1ª etapa) e ao craqueamento térmico dos compostos orgânicos mais pesados (2ª etapa). A energia de ativação da pirólise do óleo novo de base sintética corresponde a uma média de 111,3 kJ.mol-1, sendo maior que a do óleo novo de base mineral (73,4 kJ.mol-1) devido a sua composição química. Para concluir, os óleos usados de base mineral (66,6 kJ.mol-1) e sintética (86,4 kJ.mol-1) apresentaram uma energia de ativação média mais baixa que a dos respectivos óleos novos em virtude da presença de fuligem, de compostos sulfatados, oxigenados e da diluição por combustível. A presença desses compostos pode ser comprovada na sobreposição dos espectros de infravermelho do óleo novo e do respectivo óleo usado.
Palavras-chave: Óleo lubrificante
Análise térmica
Pirólise
Termogravimetria
Assunto CNPq: CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICA
Unidade produtora: Escola de Química
Editor: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Data de publicação: 5-Out-2020
País de publicação: Brasil
Idioma da publicação: por
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:Engenharia Química

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