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dc.contributor.advisorMendes, Júlio Cezar-
dc.contributor.authorCosta, Thiago-
dc.date.accessioned2018-12-19T17:21:23Z-
dc.date.available2018-12-21T02:00:09Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/6019-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGeologiapt_BR
dc.subjectPetrologiapt_BR
dc.titleAnálise Petrográfica do embasamento da Bacia de Sousa no Estado da Paraíbapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2278221700182008pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8284893856506767pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Carvalho, Ismar de Souza-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2138654072839905pt_BR
dc.contributor.referee1Schmitt, Renata da Silva-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2313290767284040pt_BR
dc.contributor.referee2Ludka, Isabel Pereira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0052233952543773pt_BR
dc.description.resumoA Bacia de Sousa é uma das componentes das bacias do Rio do Peixe, no Estado da Paraíba. Rochas dessa bacia guardam pegadas de dinossauro como importante registro fossilífero. Merece também destaque a exsudação de óleo, recentemente descoberta, que motivou a obtenção de testemunho de sondagem que exibe tanto litotipos da bacia quanto o ortognaisse do seu embasamento. Um sistema de fraturas nesse gnaisse propiciou escape do óleo gerado. Estudo macroscópico mostra que o ortognaisse possui pequenas variações texturais e composicionais ao longo do testemunho, mas predomina uma estrutura gnáissica impressa pela orientação de filosilicatos e cristais félsicos subedrais a anedrais; localmente são observados cristais de feldspato com cerca de 1 cm de comprimento. Variações composicionais são associadas sobretudo a concentrações de minerais metamórficos como epidoto e clorita. As fraturas acima referidas estão preenchidas por epidoto/clinozoisita, clorita e quartzo. Ao microscópio pode ser identificada uma associação primária representada por plagioclásio, quartzo, biotita, minerais opacos e allanita (mais anfibólio reliquiar e microclina pontual), conferindo composição tonalítica à rocha, e uma paragênese metamórfica de provável fácies xisto verde (clorita, biotita, epidoto, clinozoisita, opacos, titanita e sericita). O ortognaisse teve granulometria e textura bastante modificadas por fenômenos de deformação e metamorfismo; evidências de textura primária são escassas, podendo ser exemplificada por alguns cristais subedrais de plagioclásio e raros grãos de quartzo intersticiais. Sua textura é granoblástica a lepidoblástica, com foliação descontínua dada por orientação de lamelas de biotita e clorita. Cristais de feldspato e quartzo registram microestruturas decorrentes da deformação sofrida pela rocha. É digno de nota a presença de considerável volume de cristais de epidoto e clorita crescendo sobre minerais primários, sendo que o último mineral faz pseudomorfismo sobre anfibólio, observando-se assim na clorita as clivagens do mineral substituído.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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