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dc.contributor.advisorRett, Lucimara-
dc.contributor.authorFernandes, Ana Beatriz Rabelo Andrade-
dc.date.accessioned2016-10-19T11:23:13Z-
dc.date.available2016-10-21T03:00:15Z-
dc.date.issued2016-07-19-
dc.identifier.citationFERNANDES, Ana Beatriz Rabelo Andrade. O discurso e a construção do homem 2.0: um estudo sobre o papel da comunicação na expansão do mercado masculino de beleza no Brasil a partir do caso Men's Market. 2016. 98 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Publicidade e Propaganda) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/892-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMarketingpt_BR
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectMasculinidadept_BR
dc.titleO discurso e a construção do homem 2.0: um estudo sobre o papel da comunicação na expansão do mercado masculino de beleza no Brasil a partir do caso Men's Marketpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1020341783834309pt_BR
dc.contributor.referee1Burrowes, Patricia Cecilia-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5814638513632403pt_BR
dc.contributor.referee2Nolasco, Sócrates Alvares-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7806093153450971pt_BR
dc.description.resumoMudanças recentes vêm atuando em favor da ruptura de certas atribuições de gênero, fazendo com que papeis tradicionalmente associados ao homem e à mulher passem a se confundir. A mulher ganhou espaço no mercado de trabalho e conquistou a possibilidade de ser independente. Enquanto isso, o homem, cada vez mais, perde a responsabilidade de exercer, por conta própria, o papel de “chefe de família”, que durante muito tempo justificou sua dominação em relação ao sexo oposto. Ainda assim, percebe-se que alguns ideais tradicionais de gênero ainda persistem no subconsciente de muitos indivíduos (GOLDENBERG apud FONTES, BORELLI, CASOTTI, 2010). Um desses ideais é o de que a identidade masculina, em grande parte, se constrói a partir da negação de elementos associados à mulher (BADINTER, 1993). O consumo de beleza, por sua vez, está intimamente relacionado ao desejo de promover maior atratividade física – elemento central da feminilidade (BLOCH, RICHINS apud FONTES, BORELLI, CASOTTI, 2010). Por esse motivo, pode-se dizer que, supostamente, os homens estão menos inclinados a adotarem práticas de beleza (FONTES, BORELLI, CASOTTI, 2010). Em contramão a essa constatação, contudo, percebe-se que o mercado masculino de beleza, que surgiu com maior expressividade no Brasil com a chegada do atual século, vem crescendo significantemente nos últimos anos. Este fato nos permite inferir que o homem brasileiro vem se engajando, cada vez mais, a práticas de beleza. Paralelamente, suscita o seguinte questionamento: de que maneira esse mercado consegue fazer com que o seu público, cuja identidade de gênero se baseia na negação de atributos associados à mulher, passe a desejar fazer uso de produtos e serviços há tanto tempo estigmatizados como sendo pertencentes ao universo feminino? A partir do estudo do caso Men’s Market, e-commerce brasileiro voltado aos cuidados pessoais masculinos, busca-se explicitar um dos caminhos empregados para se chegar, com sucesso, a essa finalidade.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::RELACOES PUBLICAS E PROPAGANDApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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