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Estudo de viabilidade para produção do candidato a material de referência certificado de ocratoxina A no café torrado e moído

dc.contributor.advisorPereira, Karen Signori
dc.contributor.advisorCo1Bandeira, Raquel Duarte da Costa Cunha
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3234328440062546pt_BR
dc.contributor.advisorCo2Rodrigues, Janaína Marques
dc.contributor.advisorCo2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6392864353160558pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4822892758694707pt_BR
dc.contributor.referee1Itabaiana Junior, Ivaldo
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7696623737124766pt_BR
dc.contributor.referee2Barreto, Daniel Weingart
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5479033406867145pt_BR
dc.contributor.referee3Lima, Nathali Ricardo Barbosa de
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8842126198913985pt_BR
dc.creatorPetronilho, Caroline Figueiredo
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6054617300421799pt_BR
dc.date.accessioned2023-07-12T19:31:05Z
dc.date.available2026-05-16T03:05:06Z
dc.date.issued2018-08
dc.description.resumoO café é um produto de significativa importância no cenário nacional e internacional, com legislação específica em relação as suas características e à presença de contaminantes, dentre eles a ocratoxina A (OTA). A ocratoxina A é uma micotoxina produzida por algumas espécies de fungos filamentosos pertencentes ao gênero Aspergillus e Penicillium e é, entre todas as ocratoxinas, a mais tóxica e a mais relevante. No Brasil, o limite máximo de OTA em café torrado é de 10 μg/kg e na União Europeia de 5,0 μg/kg. Portanto, há necessidade de uma medição confiável desse contaminante e para isso requer-se o uso de materiais de referência certificados (MRC). O preparo de um lote candidato a MRC de OTA em café torrado foi realizado no Inmetro, produzindo-se 195 frascos, contendo cada um 50 g de café contaminado com OTA na concentração aproximada de 5 μg/kg. Ao total,10 (dez) frascos foram selecionados de maneira aleatória para serem submetidos ao estudo de homogeneidade e 20 (vinte) frascos para o estudo da temperatura de referência a -20°C e 4 °C, os resultados dos testes de ANOVA e valor-p levaram a conclusão de que o lote candidato a MRC de OTA em café torrado produzido era homogêneo e estável a temperatura de -20°C.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationPETRONILHO, Caroline Figueiredo. Estudo de viabilidade para produção do candidato a material de referência certificado de ocratoxina A no café torrado e moído. 2018. 44 f. TCC (Graduação) - Curso de Engenharia de Alimentos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/21113
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCafépt_BR
dc.subjectMicotoxinapt_BR
dc.subjectOcratoxinaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICA::TECNOLOGIA QUIMICA::ALIMENTOSpt_BR
dc.titleEstudo de viabilidade para produção do candidato a material de referência certificado de ocratoxina A no café torrado e moídopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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