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Variação de formas de crescimento de Montastraea cavernosa (Linnaeus, 1767) (Cnidaria, Anthozoa, Scleractinia): uma abordagem modular

dc.contributor.advisorCastro, Clovis Barreira
dc.contributor.advisorCo1Pires, Débora de Oliveira
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6414777905526935pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8886944213556214pt_BR
dc.contributor.referee1Rosso, Sergio
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0771449515557257pt_BR
dc.contributor.referee2Barreto, Cristine Costa
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5490140149228232pt_BR
dc.creatorBarbeitos, Marcos Soares
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3403976749459451pt_BR
dc.date.accessioned2018-01-31T00:18:00Z
dc.date.available2026-05-16T03:05:37Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractClonal animals grow through addition of functional units (zooids), whose assemblage constitutes a colony. The modular approach consists in describing colony form from the arrangement and size of modules. The modular approach was used here to access variations in growth forms of the coral Montastraea cavernosa using the arrangement and the size of polyps in the inner face of the colonial of 46 samples collected in Parcel das Paredes (BA) and João Pessoa (PB). Results showed that area of the polyps is partially explained by factors related to the spacing among them. These factors vary with the form of the colony and with the range of polyp sizes being analyzed. A hypothetical conceptual model for the relationship among colonial growth forms, polyp sizes and organization is proposed. Possible evolutionary reasons for such a model are discussed as well as possible implications to morphometric studies of this species.en
dc.description.resumoAnimais clonais crescem por acréscimo de unidades funcionais (zoóides) as quais formam a colônia. A abordagem modular consiste em descrever a forma das colônias do ponto de vista do arranjo e tamanho dos módulos. A abordagem modular foi usada aqui para quantificar variações na forma de crescimento do coral Montastraea cavernosa a partir da mensuração do arranjo e áreas dos pólipos na face interna do tecido colonial. Foram coletadas 46 amostras no Parcel das Paredes (BA) e João Pessoa (PB). Os resultados mostraram que área dos pólipos é parcialmente explicada por fatores ligados ao espaçamento entre eles. Estes fatores variam com a forma da colônia e com a faixa de tamanho de pólipos considerada. Foi proposto um modelo conceitual hipotético para a relação entre a forma de crescimento colonial, o tamanho e a organização dos pólipos. São discutidas possíveis razões evolutivas para o modelo proposto e implicações deste para estudos morfométricos da espécie.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/3570
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMuseu Nacionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Zoologia)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMontastraea cavernosapt_BR
dc.subjectScleractiniapt_BR
dc.subjectCoraispt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::MORFOLOGIA DOS GRUPOS RECENTESpt_BR
dc.titleVariação de formas de crescimento de Montastraea cavernosa (Linnaeus, 1767) (Cnidaria, Anthozoa, Scleractinia): uma abordagem modularpt_BR
dc.title.alternativeVariation of growth forms of Montastraea cavernosa (Linnaeus, 1767) (Cnidaria, Anthozoa, Scleractinia): a modular approachpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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