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Cláusulas insubordinadas em Vidas de santos de um manuscrito alcobacense

dc.contributor.advisorRodrigues, Violeta Virginia
dc.contributor.advisorCo1Oliveira, Thiago Laurentino de
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4470317184826146pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7907063278349571pt_BR
dc.creatorSilva, Hellen Soares da
dc.date.accessioned2026-03-30T23:55:14Z
dc.date.available2026-05-16T03:09:00Z
dc.date.issued2024
dc.description.resumoHá anos, a abordagem tradicional desconsidera a existência de orações com forma de subordinadas, mas que são sintaticamente independentes. Essas estruturas são, normalmente, rotuladas de “anomalias gramaticais”, vistas como “erros” de pontuação, nessa perspectiva. No entanto, se tornaram objeto de pesquisa, principalmente, a partir de Evans (2007), que cunhou a terminologia de “insubordinadas” para se referir a tais orações. A partir de seu trabalho, surgiram outros, como o de Cristofaro (2016), que demonstrou que as orações insubordinadas estão presentes nas interações comunicativas do dia a dia. O presente trabalho objetiva constatar a existência de cláusulas insubordinadas na língua portuguesa entre os séculos XIII e XIV, e analisar os padrões estruturais associados a essas estruturas por meio do texto Vidas de Santos de um Manuscrito Alcobacense, disponibilizado pelo site CIPM (Corpus Informatizado do Português Medieval). Assim, este estudo assume a visão de Leite de Vasconcelos, que concebe o intervalo de tempo entre 1385 e 1550 como Português Arcaico. Para o filólogo, essa nomenclatura engloba o período entre os primeiros documentos escritos no século XII até o século XV (Mattos e Silva, 2006). O corpus analisado é composto por um conjunto de narrativas religiosas que contam a vida de 7 santos: Tarsis, Monja, Pellagya, S. Jeronimo, Tungullo, Eufrosina e Maria Egipcíaca. Em termos metodológicos, após a identificação e coleta manual das insubordinadas no corpus, tais estruturas foram copiadas para uma planilha do Excel na qual controlamos o comportamento de cada uma. Para fazer a análise das cláusulas insubordinadas no corpus, levamos em consideração como principais critérios a pontuação e o uso da letra maiúscula. Além disso, controlamos o introdutor da estrutura, o tempo e modo verbais empregados e o conteúdo informativo veiculado pela insubordinada no cotexto e contexto de uso.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28997
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectFuncionalismo linguísticopt_BR
dc.subjectPortuguês arcaicopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.titleCláusulas insubordinadas em Vidas de santos de um manuscrito alcobacensept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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