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Avaliação do comportamento do anticiclone subtropical do Atlântico Sul e impactos dos anos extremos sobre o clima da América do Sul

dc.contributor.advisorVasconcellos, Fernanda Cerqueira
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8171181328629852pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Wanderson Luiz
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3259954588182229pt_BR
dc.contributor.referee2Pizzochero, Renan Martins
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3139923711896415pt_BR
dc.creatorAmaral, Pedro Fioroti do
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1379272022028971pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-04T14:26:42Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:28Z
dc.date.issued2025-04
dc.description.resumoO Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) é um sistema de alta pressão localizado no Oceano Atlântico Sul que apresenta variações de sua intensidade e posição. Nas últimas décadas, devido ao aquecimento global, diversas mudanças têm sido observadas em sistemas meteorológicos, tais como os anticiclones subtropicais. Com isso, este estudo objetiva identificar alterações no comportamento do ASAS, no período de 1980 a 2018, além de buscar quais são os padrões oceânicos e atmosféricos durante os verões e invernos anômalos do ASAS. Para isso, utilizou-se dados da reanálise atmosférica global ERA-Interim e ERA5 do European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF). As tendências da posição da borda e centro do ASAS, assim como sua intensidade, foram analisadas com base nos testes de Curvatura de Sen e de Mann-Kendall. Os resultados mostram que o ASAS está, em geral, se expandindo e intensificando em todas as direções e em todas as estações do ano, o que pode resultar em modificações nos regimes de precipitação sobre a América do Sul (AS). Nos seus períodos anômalos máximo, foi identificado um padrão de trem de ondas proveniente do Oceano Pacífico que gerou convergência em altos níveis sobre o ASAS, favorecendo a sua intensificação. Nesses períodos foi observado anomalias negativas (positivas) de precipitação na região da Zona de Convergência do Atlântico Sul (sudeste da AS), além de um posicionamento mais a norte da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Já para os períodos anômalos mínimos, foram identificados dois trens de ondas, os quais geraram divergência em altos níveis sobre o ASAS, favorecendo sua desintensificação, que favoreceu um posicionamento mais ao sul da ZCIT. Os resultados das estações que precedem os períodos extremos apresentaram bastante semelhanças com os períodos extremos, sugerindo que o ASAS apresenta uma intensificação/desintensificação precedente, atingindo o máximo na estação seguinte. Este estudo evidencia a importância de investigar as transformações nos sistemas meteorológicos, provocadas pelas mudanças climáticas, e suas repercussões no tempo e clima da AS.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26527
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAnticiclone subtropical do Atlântico Sul (ASAS)pt_BR
dc.subjectAmérica do Sulpt_BR
dc.subjectMeteorologiapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::METEOROLOGIApt_BR
dc.titleAvaliação do comportamento do anticiclone subtropical do Atlântico Sul e impactos dos anos extremos sobre o clima da América do Sulpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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