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Daninhas: ancestralidades marginais

dc.contributor.advisorFragoso, Maria Luiza Pinheiro Guimarães
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0002-7720-0241pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6228855946764716pt_BR
dc.contributor.referee1Gorini, Katia Correia
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0394936495071460pt_BR
dc.contributor.referee2Peixoto, Irene Mendonça
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-5923-8169pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9391808821312683pt_BR
dc.creatorSouza, Roberta Cunha Azevedo de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4697930785616319pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-27T20:35:05Z
dc.date.available2026-07-29T03:00:10Z
dc.date.issued2025-03-07
dc.description.abstractThis study explores the relationship between weeds and marginalized bodies, emphasizing how both have historically been subjugated by hegemonic structures that enforce exclusion and erasure. Drawing on the works of Vandana Shiva, Appadurai, and Spivak, the research examines the persistence of these plants as a metaphor for the resilience of subaltern bodies, which, despite enduring historical violence, continue to reinvent their existence. Resistance emerges through the reconfiguration of narratives, enabling the construction of new temporalities inspired by ancestral cosmologies that propose alternative ways of relating to the earth. In this context, the works Berço de Daninhas, Brotar, and Morada dos Deuses embody these reflections, evoking memory, belonging, and new possibilities of existence. Thus, artistic production becomes a space for challenging hegemonic paradigms and proposing new ways of connecting art, nature, and identity.en
dc.description.resumoEste estudo investiga a relação entre ervas-daninhas e corpos marginalizados, evidenciando como ambos são historicamente subalternizados por estruturas hegemônicas que promovem exclusão e apagamento. Com base nos estudos de Vandana Shiva, Appadurai e Spivak, analisa-se a resistência dessas plantas como metáfora para a resiliência de corpos subalternos, que, apesar das violências históricas, seguem reinventando suas existências. A resistência se manifesta na reconfiguração de narrativas, permitindo a construção de novas temporalidades inspiradas em cosmologias ancestrais, que ensinam formas alternativas de relação com a terra. Nesse contexto, as obras Berço de Daninhas, Brotar e Morada dos Deuses materializam essas reflexões, evocando memórias, pertencimento e novas possibilidades de existência. Assim, a produção artística emerge como um campo de questionamento dos paradigmas hegemônicos e de proposição de novas formas de relação entre arte, natureza e identidade.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationSOUZA, Roberta Cunha Azevedo de. Daninhas: ancestralidades marginais. 2025. 99 f. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/29827
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Belas Artespt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Artes Visuaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectWeedsen
dc.subjectHeredityen
dc.subjectUnderground movementsen
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::FUNDAMENTOS E CRITICA DAS ARTESpt_BR
dc.titleDaninhas: ancestralidades marginaispt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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