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Profissionais nas entrelinhas: a desvalorização e invisibilização de tradutores e revisores de textos no Brasil

dc.contributor.advisorAlonso, Karen Sampaio Braga
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5810157924024712pt_BR
dc.contributor.referee1Corrêa, Liciane Guimarães
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9252835115984938pt_BR
dc.creatorSilva, Julia Fernandes da
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4339021220361921pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-15T19:47:54Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:31Z
dc.date.issued2025
dc.description.resumoNão é incomum que tradutores e revisores de textos não se sintam vistos. O trabalho bem-feito desses profissionais do texto e do livro os torna invisíveis, pois entrega um texto polido e livre de defeitos. Por outro lado, falhas de tradução e revisão enfatizam a existência desses profissionais. Também, no Brasil não há regulamentação das atividades de tradução e revisão de textos, e os currículos dos cursos de letras são escassos a respeito de abordagens editoriais na graduação. Além disso, o desenvolvimento acelerado das inteligências artificiais provoca medo quanto à substituição de tradutores e revisores pela ferramenta digital. No levantamento histórico sobre o surgimento de tradutores e revisores tanto no mundo quanto no Brasil, levaram-se em conta os estudos de Martins (2001), Bragança (2005), Rolim (2006), Sampaio (2009), Hallewell (2012), Macedo (2013) e Coelho Neto (2013). O trabalho e as questões da desvalorização de tradutores e revisores foram analisados à luz de Oliveira (2016), Venuti (2021), Donaldson (2023), Sobota (2023), Tavares (2024) e Sardinha (2024), além da análise de projetos de lei ― como os PLs 5084/2020 e 3267/2021 ―, da matriz curricular dos cursos de letras da Universidade Federal de Minas Gerais e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e de um questionário aplicado a graduandos de letras e profissionais de tradução e revisão de textos editoriais. A regulamentação pode não ser um consenso entre tradutores e revisores, já que a profissão se beneficia, também, da contribuição de indivíduos formados em áreas para além de comunicação e artes. Sobre a formação acadêmica, há uma concordância de que os currículos de letras poderiam ser estruturados de maneira que abarcassem as atividades de trabalho com o texto e livro. Além disso, as inteligências artificiais são uma preocupação real de tradutores e revisores, embora esteja se tornando comum a familiarização e, até mesmo, a especialização da atividade desses profissionais aliada à ferramenta tecnológica.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26734
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTraduçãopt_BR
dc.subjectRevisãopt_BR
dc.subjectInteligência artificialpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.titleProfissionais nas entrelinhas: a desvalorização e invisibilização de tradutores e revisores de textos no Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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