O processamento psicolinguístico de metáforas, em um experimento de leitura automonitorada
| dc.contributor.advisor | Maia, Marcus Antonio Rezende | |
| dc.contributor.advisorLattes | https://lattes.cnpq.br/5255639474753759 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Garcia, Daniela Cid de | |
| dc.contributor.referee1Lattes | https://lattes.cnpq.br/6052688066349735 | pt_BR |
| dc.creator | Abrantes, Gisele Rodrigues | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-09T21:37:37Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:08:59Z | |
| dc.date.issued | 2023-08-29 | |
| dc.description.resumo | A pesquisa apresenta um experimento psicolinguístico de leitura automonitorada, realizado com metáforas da língua portuguesa, tanto convencionais quanto novas, visando responder à pergunta se há, de fato, uma diferença de processamento entre a linguagem figurada e a linguagem literal, tópico central nas pesquisas sobre processamento de metáforas. A hipótese é a de que sentenças metafóricas tenham um custo de processamento maior que sentenças literais, sendo favorável a modelos de processamento que pressupõem uma passagem literal primária. As variáveis independentes foram: Convencionalidade (Convencional (C) x Novo (N)), e Contexto (Literal (L) e metafórico (M)), sendo formuladas quatro condições experimentais: metáforas convencionais, em um contexto indutor ao sentido metafórico (MC), ou a um sentido literal (LC), e metáforas novas, em um contexto indutor ao sentido metafórico (MN) ou ao sentido literal (LN). Foram apresentados os principais modelos de processamento discutidos na literatura psicolinguística referentes à linguagem figurada: o Modelo Pragmático Padrão, o Modelo de Inclusão em Classe, a Hipótese do Grau de Saliência, e a Hipótese de Carreira da Metáfora. Observando os tempos totais de leitura, as sentenças metafóricas obtiveram um maior tempo de leitura, quando comparadas às suas contrapartes literais. Entretanto, ao se delimitar os fragmentos críticos, não houve diferença estatística significativa. Os resultados, tomados em conjunto, direcionam para modelos de processamento como a Hipótese do Grau de Saliência, apontando para a influência de fatores como familiaridade, convencionalidade e frequência como interferentes no processamento. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28787 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Psicolinguística | pt_BR |
| dc.subject | Língua portuguesa | pt_BR |
| dc.subject | Português falado | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::PSICOLINGUISTICA | pt_BR |
| dc.title | O processamento psicolinguístico de metáforas, em um experimento de leitura automonitorada | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |