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First interim report to the Climate Change Committee of the advisory group on the economics of climate risk and adaptation

dc.creatorRobinson, Elizabeth
dc.creatorFrancis, Angela
dc.creatorLaybourn, Laurie
dc.creatorLober, Theresa
dc.creatorStuckey, Andy
dc.creatorMullan, Michael
dc.creatorFletcher, Amelia
dc.creatorRising, James
dc.creatorSharpe, Simon
dc.creatorSukkar, Elizabeth
dc.creatorTrappmann, Vera
dc.creatorYoung, Carlos Eduardo Frickmann
dc.creatorRoberts, Carys
dc.creatorBarzin, Samira
dc.creatorBarry, John
dc.date.accessioned2026-06-23T18:15:34Z
dc.date.available2026-06-25T03:00:11Z
dc.date.issued2024-08-13
dc.description.abstractSystemic crises occur when the disruption of an individual or multiple parts of a complex, interconnected system results in one or more shocks that are amplified and spread, or cascade, across space, time, and systems, ultimately leading to a collapse or severe impairment of an entire system. The costs of systemic risk can therefore be extremely high, and there is considerable evidence that the benefit-cost ratio of investing in adaptation and resilience to reduce the likelihood of a systemic crisis is likely to be high. Yet despite this, in the UK (and likely elsewhere), there is a sense that efforts to deal with systemic risk are inadequate. We suggest that there are key features of systemic risk that make it tricky for governments to take timely and proportionate action. First, systemic crises are associated with extreme uncertainty (unknown probabilities), in terms of the likelihood that a systemic crisis will be triggered, when it will be triggered, how the crisis will pan out, and what the overall costs are. Second, the likelihood of a specific systemic crisis being triggered and amplified in the next year has tended to be very low, though the likelihood is increasing over time due to climate change. Linked to this is the potential misalignment “between short-term evaluation cycles and the long-term, sporadic nature of systemic risks.” As such, a sense of urgency to act on systemic risks may be missing. For example, it may be easier for a government to act on risks that are perceived to have a relatively high chance of occurring in the next 12 months, compared with acting on risks perceived low changes of happening, even if the “best guess” of the expected benefit-cost of a systemic crisis is high.en
dc.description.resumoAs crises sistêmicas ocorrem quando a perturbação de uma ou várias partes de um sistema complexo e interconectado resulta em um ou mais choques que são amplificados e se propagam, ou se propagam em cascata, através do espaço, do tempo e dos sistemas, levando, em última instância, ao colapso ou a um grave comprometimento de todo o sistema. Os custos do risco sistêmico podem, portanto, ser extremamente elevados, e há evidências consideráveis de que a relação custo-benefício do investimento em adaptação e resiliência para reduzir a probabilidade de uma crise sistêmica provavelmente seja alta. No entanto, apesar disso, no Reino Unido (e provavelmente em outros lugares), há uma sensação de que os esforços para lidar com o risco sistêmico são inadequados. Sugerimos que existem características-chave do risco sistêmico que dificultam que os governos tomem medidas oportunas e proporcionais. Primeiro, as crises sistêmicas estão associadas a extrema incerteza (probabilidades desconhecidas), no que diz respeito à probabilidade de uma crise sistêmica ser desencadeada, quando ela será desencadeada, como a crise se desenrolará e quais serão os custos globais. Em segundo lugar, a probabilidade de uma crise sistêmica específica ser desencadeada e amplificada no próximo ano tem tendido a ser muito baixa, embora essa probabilidade esteja aumentando com o tempo devido às mudanças climáticas. Ligado a isso está o potencial desalinhamento “entre os ciclos de avaliação de curto prazo e a natureza esporádica e de longo prazo dos riscos sistêmicos”. Assim, pode faltar um senso de urgência para agir em relação aos riscos sistêmicos. Por exemplo, pode ser mais fácil para um governo agir em relação a riscos que são percebidos como tendo uma chance relativamente alta de ocorrer nos próximos 12 meses, em comparação com agir em relação a riscos percebidos como tendo poucas chances de acontecer, mesmo que a “melhor estimativa” da relação custo-benefício esperada de uma crise sistêmica seja alta.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationROBINSON, Elizabeth et al. First interim report to the Climate Change Committee of the advisory group on the economics of climate risk and adaptation. Londres: Committee On Climate Change, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/29454
dc.languageengpt_BR
dc.publisherClimate Change Committeeen
dc.publisher.countryGrã-bretanhapt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsCCCpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectClimate changesen
dc.subjectSystemic risken
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIAS AGRARIA E DOS RECURSOS NATURAIS::ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAISpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICA::POLITICA E PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAISpt_BR
dc.titleFirst interim report to the Climate Change Committee of the advisory group on the economics of climate risk and adaptationen
dc.typeRelatóriopt_BR

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