Estratégias de crescimento da companhia Vale do Rio Doce após a privatização
| dc.contributor.advisor | Hasenclever, Lia | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1501388573142596 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Paranhos, Julia | |
| dc.contributor.referee2 | Filho, Murilo Cruz | |
| dc.creator | Ferraris, Fabrizio Klabund | |
| dc.date.accessioned | 2017-07-26T13:47:21Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:04:49Z | |
| dc.date.issued | 2010-09 | |
| dc.description.resumo | Analisa as estratégias de crescimento da Vale sob o prisma da Teoria do Crescimento da Firma de Edith Penrose de 1959. Serão vistas as modalidades de estratégias, as motivações e os resultados destes processos. É importante destacar que não é o objetivo deste trabalho avaliar o crescimento da Vale, o foco verdadeiro são as estratégias e em segundo plano seu resultante, o crescimento. A Vale foi escolhida por representar um caso rico de estratégias empresariais no Brasil e a sua curta história como empresa privada nos dá a vantagem de possuir uma contemporaneidade com seus eventos de maior impacto na economia do setor. Apesar de a empresa ter sido privatizada em 1997, foi escolhido o período de 2001-2010 justamente por poder fornecer um conjunto maior de informações e estatísticas. Por fim, deseja-se especular sobre a existência de estratégias que possam ser analisadas à luz da teoria de Penrose, verificando se há correlação entre o potencial de crescimento das firmas com os movimentos adotados ao longo das suas histórias, mais especificamente nos padrões descritos pela autora. O resultado indica que para as principais modalidades de estratégia de crescimento empreendidas pela Vale, Penrose já havia desenvolvido ou esboçado situações semelhantes e até idênticas, mesmo que incidentalmente. Fora observado ainda que a autora soube recriar, mesmo em um tempo onde não havia empresas tão modernas e mutáveis como as atuais, uma teoria que fosse abrangente o suficiente para que a leitura do crescimento das firmas adotasse um padrão observável ao longo do tempo, como foi o caso da Vale. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/2481 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Economia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Economia brasileira | pt_BR |
| dc.subject | Estratégia empresarial | pt_BR |
| dc.subject | Desenvolvimento | pt_BR |
| dc.subject | Privatização | pt_BR |
| dc.subject | Empresas privadas | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA INDUSTRIAL::ORGANIZACAO INDUSTRIAL E ESTUDOS INDUSTRIAIS | pt_BR |
| dc.title | Estratégias de crescimento da companhia Vale do Rio Doce após a privatização | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |