Da escravidão ao assujeitamento social do homem negro na cultura capitalista: uma análise da subjetividade a partir do Serviço social
| dc.contributor.advisor | Bastos, Rogério Lustosa | |
| dc.contributor.referee1 | Campos, Daniel de Souza | |
| dc.contributor.referee2 | Ferreira, Carla Cecilia | |
| dc.creator | Ribeiro, Roberto Rodrigues | |
| dc.date.accessioned | 2023-10-25T18:50:47Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:02:42Z | |
| dc.date.issued | 2021-12-10 | |
| dc.description.resumo | No movimento Filosófico, Político e Econômico de construção da modernidade colonial, se observou a emergência do modo de produção capitalista em que na relação do homem colonial com a natureza e com outros “homens”, tornou hegemônico uma forma de ser e de se estar no mundo, que privilegia o homem branco em detrimento do “homem” negro. A naturalização das relações pautadas pela discriminação racial tornou-se um elemento cultural exacerbado pela sociedade industrial / burguesa que ao desenvolver a tecnologia, desenvolve formas de dominação que não admite a busca de sua superação fora de sua própria lógica. Situando o próprio negro/a como protagonista na luta pela libertação, a perspectiva pós-colonial, que se originou nas discussões sobre a emancipação das colônias da África e da Ásia logo após a segunda guerra mundial, foi principalmente produzida por intelectuais da diáspora do terceiro mundo que situaram o racismo e a escravidão no centro da formação do mundo moderno, demonstrando a importância da raça como fator fundamental da consolidação e emergência do capitalismo. Tais referências relacionam-se com o pensamento de Herbert Marcuse sobre a Cultura afirmativa. No pensamento de MARCUSE (1981, 1982, 1997), é a cultura do capitalismo globalizado, a qual, além de discriminar o diferente, se baseia num "modelo" simbólico de um sujeito, que tem a ver com a criação de uma subjetividade dominante. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.citation | RIBEIRO, Roberto Rodrigues. Da escravidão ao assujeitamento social do homem negro na cultura capitalista: uma análise da subjetividade a partir do Serviço social. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social) - Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/21905 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Serviço Social | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Cultura | pt_BR |
| dc.subject | Negros | pt_BR |
| dc.subject | Subjetividade | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL | pt_BR |
| dc.title | Da escravidão ao assujeitamento social do homem negro na cultura capitalista: uma análise da subjetividade a partir do Serviço social | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |