Open innovation: como a indústria química brasileira tem experimentado os novos modelos de organização da inovação
| dc.contributor.advisor | Barreto, Daniel Weingart | |
| dc.contributor.advisorCo1 | Martins, José Vitor Bomtempo | |
| dc.contributor.advisorCo1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6504582268267539 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/5479033406867145 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Lage, Frederico Birchal | |
| dc.contributor.referee2 | Maciel, Maurício Bernhardt | |
| dc.contributor.referee3 | Oroski, Fábio de Almeida | |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/9380873464036320 | pt_BR |
| dc.creator | Fernandez, Camila Cristina Rego | |
| dc.date.accessioned | 2022-12-15T21:42:13Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:07:43Z | |
| dc.date.issued | 2011-12 | |
| dc.description.resumo | O sucesso das indústrias está intimamente relacionado com a sua gestão organizacional, com a complexidade e competitividade do mercado, fatores que têm levado ao surgimento de novos modelos de organização da inovação. Durante a maior parte do século XX muitas delas investiram em grandes estruturas internas de pesquisa e desenvolvimento (P&D), que tinham como objetivo a busca de grandes lucros na indústria em que atuavam, funcionando como valiosas barreiras de entrada para os concorrentes. Esse comportamento era cíclico, onde o excedente gerado era reinvestido em P&D, reiniciando o ciclo; modelo conhecido como inovação fechada ou closed innovation. No entanto, com a globalização, a inserção da tecnologia de informação e a troca de fluxos de conhecimento maior e mais intensa, desenvolve-se um sistema de inovação mais flexível, que requer um novo modelo de gestão, chamado open innovation ou inovação aberta (IA). Esta monografia tem por objetivo, ao ponderar a condução dos processos de inovação na indústria química, avaliar sua inserção no modelo “fechado” de inovação (século XX) e analisar o nível de utilização e os impactos da chegada e adoção da inovação aberta e colaborativa (século XXI), explorando os desafios que têm sido encontrados no uso de intermediários de inovação, buscando examinar as soluções já apresentadas, e também novas soluções que estão por vir. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.citation | FERNANDEZ, Camila Cristina Rego. Open innovation: como a indústria química brasileira tem experimentado os novos modelos de organização da inovação. 2011. 75 f. TCC (Graduação) - Curso de Engenharia de Bioprocessos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/19396 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Química | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Inovação | pt_BR |
| dc.subject | Indústria química | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAO::GERENCIA DE PRODUCAO::PLANEJAMENTO, PROJETO E CONTROLE DE SISTEMAS DE PRODUCAO | pt_BR |
| dc.title | Open innovation: como a indústria química brasileira tem experimentado os novos modelos de organização da inovação | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |