Restauro como ferramenta para a preservação da memória, usando como estudo de caso a intervenção realizada na obra Alter Seebär (1968), atribuída à artista plástica Doris Homann
| dc.contributor.advisor | Abreu, Marcos Lopes de | |
| dc.creator | Santos, Margarete Machado dos | |
| dc.date.accessioned | 2021-08-03T12:00:16Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:00:36Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.resumo | Tento em vista que os acontecimentos são fluidos e nossa memória, muitas vezes, é imprecisa, necessitamos de certas referências para conservar e acessar mais facilmente as nossas lembranças. Recorremos a objetos (cartas, documentos, locais etc.), na tentativa de eternizar os momentos na nossa memória. Contudo, quando um objeto perde sua função, é descartado ou descaracterizado, certas recordações podem ser “desbotadas”. Dessa maneira, pesquisa-se sobre os possíveis impactos de realizar o movimento contrário, apresentar um objeto que passou pelo processo de “esvaziamento de sentido” e reapresentá-lo a um contexto ao qual pertencia ou que incite recordações. A fim de demonstrar a conservação e a restauração de bens culturais móveis como um elemento de preservação e manutenção de narrativas históricas, apresento a intervenção realizada, em 2015, na obra Alter Seebär. No decorrer do trabalho, é explicitado a trajetória deste desenho e a síntese da vida e obra da autora, Doris Homann. A abordagem metodológica contou com pesquisa de campo, visitas a acervo particular e levantamento bibliográfico. Diante disso, verifica-se que um objeto pode suscitar a recordação de lembranças de um ente querido, de um fato que jazia no emaranhado das lembranças. Dessa maneira, constata-se que o profissional Conservador Restaurador, ao revalorizar um bem cultural, pode contribuir para reiterar narrativas ou alterá-las, contribuindo de forma ativa e fundamental para a manutenção da memória individual ou coletiva. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.citation | SANTOS, Margarete Machado dos. Restauro como ferramenta para a preservação da memória, usando como estudo de caso a intervenção realizada na obra Alter Seebär (1968), atribuída à artista plástica Doris Homann. 2020. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Conservação e Restauração) - Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/14702 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Belas Artes | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Doris Homann | pt_BR |
| dc.subject | Simbologia do objeto | pt_BR |
| dc.subject | Manutenção da memória | pt_BR |
| dc.subject | Feira da praça XV | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES | pt_BR |
| dc.title | Restauro como ferramenta para a preservação da memória, usando como estudo de caso a intervenção realizada na obra Alter Seebär (1968), atribuída à artista plástica Doris Homann | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |