Trabalhar pra que? Se eu trabalhar eu vou morrer: reflexões sobre o trabalho, o samba e a resistência ao disciplinamento e à alienação do trabalho
| dc.contributor.advisor | Varella, Renata Versiani Scott | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/6268205112018842 | pt_BR |
| dc.creator | Souza, Claudio Alexandre de | |
| dc.date.accessioned | 2025-07-11T16:40:07Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:00:18Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.resumo | A presente pesquisa tem como objetivo investigar a relação entre o samba carioca, a figura do malandro e a resistência ao processo de alienação do trabalho e de adequação do trabalho ao modelo capitalista de produção. Através de uma análise histórico-cultural, buscamos compreender como o samba, com suas raízes nas comunidades marginalizadas, se configurou como uma forma de expressão que desafia as relações de produção capitalistas e celebra a autonomia e a criatividade dos trabalhadores.no primeiro capítulo, para melhor compreender a dinâmica de funcionamento do trabalho nos moldes capitalistas, trabalharemos o trabalho e a alienação em Marx, a partir dos Manuscritos Econômico-Filosóficos de 1844. O segundo capítulo se debruça sobre a análise dos conceitos de trabalho, alienação e estranhamento. Essa abordagem teórica nos permitirá compreender a complexidade das relações sociais de produção e as suas implicações para a condição humana. Este tópico tem como objetivo analisar a gênese do ritmo musical oficial do brasil: o samba, situando-o no contexto histórico, econômico e social da chegada forçada dos africanos ao Brasil. A partir daí, buscaremos compreender como as condições de escravização e as dinâmicas culturais da época influenciaram a formação desse ritmo. Por fim a conclusão entrelaça os elementos samba carioca e malandros e enfatizam como tais elementos podem oferecer oposição ao disciplinamento e alienação no capitalismo e direito do trabalho. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.citation | SOUZA, Claudio Alexandre de. Trabalhar pra que? Se eu trabalhar eu vou morrer: reflexões sobre o trabalho, o samba e a resistência ao disciplinamento e à alienação do trabalho. 2024. 54 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) – Faculdade Nacional de Direito, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/26329 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade Nacional de Direito | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Cultura popular | pt_BR |
| dc.subject | Direito do trabalho | pt_BR |
| dc.subject | Direitos sociais | pt_BR |
| dc.subject | Emprego (teoria econômica) | pt_BR |
| dc.subject | Filosofia do direito | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PRIVADO::DIREITO DO TRABALHO | pt_BR |
| dc.title | Trabalhar pra que? Se eu trabalhar eu vou morrer: reflexões sobre o trabalho, o samba e a resistência ao disciplinamento e à alienação do trabalho | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |