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Caracterização petrográfica e geoquímica de intrusões básicas da Bacia do Parnaíba, norte-nordeste do Brasil

dc.contributor.advisorAlmeida, Cícera Neysi de
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0878609222243870pt_BR
dc.contributor.referee1Mendes, Julio Cezar
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2278221700182008pt_BR
dc.contributor.referee2Medeiros, Sílvia Regina de
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7464673635442663pt_BR
dc.creatorCardozo, Mayara Coutinho
dc.date.accessioned2019-02-26T17:55:08Z
dc.date.available2026-05-16T03:04:58Z
dc.date.issued2018-08
dc.description.resumoA Bacia do Parnaíba apresenta em seu domínio rochas magmáticas básicas que refletem os eventos de fragmentação de grandes massas continentais ao longo da Era Mesozóica. Esse importante registro magmático é subdividido e representado em duas unidades geológicas: Formação Mosquito (Triássico-Jurássico) e Formação Sardinha (Cretáceo). Amostras subsuperficiais de dois poços localizados na porção leste da bacia, poços 1UN-15 e 1UN-19, foram utilizadas para análise e forneceram resultados acerca desse registro magmático. O intervalo amostrado do poço 1UN-15 constitui basaltos com texturas hipocristalina a hipohialina, vitrofírica e glomeporfirítica em matriz plumosa a intersertal. No poço 1UN-19 amostras de duas ocorrências de rochas básicas mostram caraterísticas texturais semelhantes, com texturas hipocristalina, hipidiomórfica, glomeroporfirítica e matriz de textura afanítica, intersertal a plumosa e localizadamente intergranular e subofítica. A mineralogia é a mesma para ambos os poços e composta por plagioclásio, clinopiroxênio (augita) e olivina (predominantemente alterados). Minerais opacos e apatita ocorrem como os minerais acessórios. Feições de alterações pós- magmáticas são predominantes e acentuadas nas amostras do poço 1UN-15 e menos evidente nas amostras do poço1UN-19, destacando bowlingita, clorita, serpentina, carbonatos, entre outros minerais secundários. Em diagramas geoquímicos para elementos menores gerados nas amostras das intrusões do poço 1UN-19 verifica-se um enriquecimento nos elementos altamente incompatíveis e baixos teores de TiO2, indicando basaltos de baixo TiO2 (TiO2< 2%) e associados a províncias continentais - CFB (Continental Flood Basalts). Dados da química mineral do poço 1UN-19 revelam variação composicional para os cristais de plagioclásio entre bytownita e labradorita e sugerem processo de cristalização fracionada do magma. Porém a análise do clinopiroxênio indica a presença de cristais de composição correspondente a augita subcálica e pigeonita na matriz da rocha, não concordando com a possibilidade de cristalização fracionada. A semelhança nos valores de química mineral e elementos maiores e traços das amostras de ambas as intrusões do poço 1UN-19 indicam que estas foram originadas a partir de um mesmo magma parental e possivelmente de um manto sublitosférico.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/6617
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRegistro magmáticopt_BR
dc.subjectAmostras subsuperficiaispt_BR
dc.subjectManto sublitosféricopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleCaracterização petrográfica e geoquímica de intrusões básicas da Bacia do Parnaíba, norte-nordeste do Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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