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Economia e concentração de renda: uma análise a partir da perspectiva brasileira nos anos 2000 até 2014

dc.contributor.advisorVieira, Wilson
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8556699624197113pt_BR
dc.contributor.referee1Malta, Maria Mello de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1295130050222831pt_BR
dc.contributor.referee2León, Jaime Ernesto Winter Hughes
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4370070472722902pt_BR
dc.creatorSilva, Jhony Barbosa da
dc.date.accessioned2023-08-17T14:07:45Z
dc.date.available2026-05-16T03:01:17Z
dc.date.issued2021-12-14
dc.description.resumoO trabalho exposto tem como meta examinar a concentração de renda brasileira entre os anos 2000 até 2014, para isto será usada a estrutura teórica marxista. Para este estudo foram empregados o conceito do valor-trabalho, a ideia da mais-valia, Lei Geral da Acumulação Capitalista e a teoria da dependência. A essencial resolução especulativa é que o compartilhamento de lucro da perspectiva marxista pende puramente do custo de mais-valia, uma vez que os frutos da Lei Geral da Acumulação Capitalista aprofundam a concentração de renda. A fim de que fosse capaz de explorar desta forma, se fez imprescindível a atenção na distribuição da renda de acordo com o enfoque operacional, isto é, como o ganho se divide depois do procedimento produtor. Este estudo defronta a ideia neoclássica atuante na ciência econômica, de que a distribuição de renda é capaz de ser analisada partindo da concepção pessoal da renda. Os resultados conquistados expuseram que a classe capitalista possui uma parte da renda muito elevada à sua participação na sociedade ocupada, divergente da classe dos trabalhadores, que apropriam-se de uma parte menor do ganho no que se refere à sua participação na sociedade ocupada. Também foi identificada uma propensão à polarização das sociedades em duas amplas categorias: capitalistas e trabalhadores, sendo a classe trabalhadora notavelmente superior à classe capitalista em termos quantitativos, a qual pretende se fortalecer com a evolução capitalista. Essa propensão pôde ser estudada relacionando a intensidade tomada pelas classes no decorrer do tempo nos países em avanço e nos países avançados. E também como a participação nos lucros e resultados (PLR) e o banco de horas pode ser uma ferramenta para a superexploração de mão de obra.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Jhony Barbosa da. Economia e concentração de renda: uma análise a partir da perspectiva brasileira nos anos 2000 até 2014. 2021. 32 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/21397
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDistribuição de rendapt_BR
dc.subjectDesigualdade de rendapt_BR
dc.subjectMais-valiapt_BR
dc.subjectAcumulação de capitalpt_BR
dc.subjectTeoria da dependênciapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.titleEconomia e concentração de renda: uma análise a partir da perspectiva brasileira nos anos 2000 até 2014pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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