Relação microestrutura x tenacidade ao impacto de flanges forjados de aço C-Mn para trabalho em baixas temperaturas e efeitos de tratamentos térmicos
| dc.contributor.advisor | Almeida, Luiz Henrique de | |
| dc.contributor.referee1 | Santos, Dilson Silva dos | |
| dc.contributor.referee2 | Castrodeza, Enrique Mariano | |
| dc.creator | Emygdio, Guilherme Zeemann Pinho | |
| dc.date.accessioned | 2019-07-30T14:14:05Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:02:04Z | |
| dc.date.issued | 2012-08 | |
| dc.description.resumo | Terminais aquaviários para recebimento e distribuição de GLP operam com componentes em temperaturas na ordem de – 40°C e requerem, portanto materiais resistentes à baixa temperatura. Comumente são utilizados tubos e conexões forjadas em aços carbono e baixa liga que seguem especificações ASTM, sendo a A350 uma das mais comuns para flanges. O grau LF2 classe 1 desta especificação, que corresponde a aços ao carbono ou carbono-manganês, é adequado a temperaturas de até -46°C. Nestas temperaturas de operação torna-se perigosa a aplicação de aços com microestrutura predominantemente ferrítica devido à possibilidade de ocorrência de fraturas frágeis uma vez que se está muito próximo da transição dúctil-frágil, sendo o tipo de microestrutura, e consequentemente o processamento e tratamento térmico dos forjados, determinante para assegurar a tenacidade do material. Este trabalho apresenta a caracterização de flanges forjados de três diferentes procedências, tendo sido evidenciadas diferentes microestruturas e propriedades mecânicas no estado como recebido. Foi estudada a resposta dos materiais a tratamentos térmicos aplicados buscando refino microestrutural (normalização) e uniformização da composição (dupla normalização). Neste trabalho foi feita a caracterização metalográfica por microscopia ótica e as propriedades foram avaliadas por medidas de dureza Vickers, ensaios de tração na temperatura ambiente e Charpy à -46°C. Verificou-se que o tratamento de normalização causa refino apenas em materiais cuja microestrutura de partida é do tipo ferrítico-perlitica, que uma dupla normalização utilizando mesma temperatura de austenitização não promove efeitos benéficos adicionais e que não necessariamente uma normalização melhora as propriedades de aços ao carbono. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/8909 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola Politécnica | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Aço ao carbono | pt_BR |
| dc.subject | Tratamento térmico | pt_BR |
| dc.subject | Tenacidade dos materiais | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE MATERIAIS E METALURGICA::METALURGIA DE TRANSFORMACAO | pt_BR |
| dc.title | Relação microestrutura x tenacidade ao impacto de flanges forjados de aço C-Mn para trabalho em baixas temperaturas e efeitos de tratamentos térmicos | pt_BR |
| dc.title.alternative | Microstructure x impact toughness relationship for C-Mn steel forged flanges to operate in low temperatures and heat treatments effects | en |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |