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Variações na linha de costa e erosão costeira nas praias oceânicas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro

dc.contributor.advisorCastro, João Wagner de Alencar
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2119445641412811pt_BR
dc.contributor.referee1Cabral, Caique Lima
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7315811441596162pt_BR
dc.contributor.referee2Tognoli, Francisco Manoel Wohnrath
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5634161518689104pt_BR
dc.creatorMiranda, Frederico Maciel Pinheiro Sampaio de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2474164471909752pt_BR
dc.date.accessioned2025-06-30T16:49:56Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:16Z
dc.date.issued2025
dc.description.resumoA erosão costeira em praias urbanas de grandes cidades é um desafio ambiental com implicações multifacetadas. O desenvolvimento urbano frequentemente acelera os processos de erosão e altera a dinâmica do transporte de sedimentos. As praias da Zona Sul do Rio de Janeiro, caracterizam-se por ambientes de sedimentação holocênica vulneráveis à ação antrópica. A ocorrência de eventos de tempestade principalmente no inverno, acarreta erosão e inundações marinhas nesse segmento de litoral. Objetiva quantificar as taxas de erosão / deposição de sedimentos na linha de praia entre as enseadas de Copacabana - Leme e Ipanema - Leblon, visando identificar áreas de risco geológico. Procedimentos metodológicos constaram de análise sedimentológica e informações de sensoriamento remoto, envolvendo: imagens de satélites Landsat 3 (1980), Landsat 5 (1990), Landsat 7 (2000 e 2010) e Landsat 8 (2020). Em seguida, aplicou-se a composição de bandas para obter o índice de diferença normalizada da água. Na delimitação da posição da linha de praia, utilizou-se o software ArcGIS ESRI e a ferramenta DSAS - Digital Shoreline Analysis System do United States Geological Survey, visando quantificar taxas de recuo e deposição de sedimentos no intervalo de 40 anos. Resultados granulométricos sugerem D50 entre 0,42 - 0,38 mm nas praias do Leblon e Ipanema e D50 entre 0,26 - 0,47 mm no Forte de Copacabana e Praia do Leme com tendência de processo de granocrescência. Dados de sensoriamento remoto no intervalo de 40 anos, sugerem erosão nas praias do Arpoador e Posto 6 (Copacabana), estabilidade em Ipanema e deposição de sedimentos no Leme e Leblon. Constatou-se também inundações marinhas durante o período de inverno no extremo oeste da praia do Leblon. Mantidas as condições de erosão costeira e inundações marinhas ocasionais, recomenda-se reposição do estoque de sedimentos (engordamento) como medida de proteção da infraestrutura urbana das Avenidas Atlântica, Vieira Souto e Delfim Moreira.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/26204
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectErosãopt_BR
dc.subjectRisco geológicopt_BR
dc.subjectSensoriamento Remotopt_BR
dc.subjectGeoprocessamentopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleVariações na linha de costa e erosão costeira nas praias oceânicas da zona sul da cidade do Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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