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Mulheres, cuidado e restrições de direitos: a política de assistência social como possibilidade de (re)existência

dc.contributor.advisorSaraiva, Vanessa Cristina dos Santos
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3852535607556217pt_BR
dc.contributor.referee1Pançardes, Camila Faria
dc.contributor.referee2Campos, Daniel de Souza
dc.creatorCipriano, Ana Lucia de Oliveira
dc.date.accessioned2025-09-16T22:23:22Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:38Z
dc.date.issued2024-11-13
dc.description.resumoOs direitos sociais, como o Benefício de Prestação Continuada, foram historicamente conquistados por meio de lutas sociais. As mulheres, tiveram um protagonismo importante nestes processos. As lutas pelos direitos dasa mulheres e dos seus filhos, sempre estiveram no horizonte da agenda feminista, porém essa dinâmica sempre foi mediada por intensos tensionamentos, sobretudo, oriundos da ordem social patriarcal que desqualifica as pautas feministas. O BPC, além de configurar como meio de subsistência sociofamiliar, é direito constitucional que promove autonomia e assegura a qualidade de vida de famílias e de pessoas com deficiência, impossibilitadas ao exercício do trabalho. Contudo, na atual ordem social machista, esses direitos além de desqualificados, são cotidianamente dificultados.Discursos machistas, agenda de comparecimento em dias e horários que não atendem as demandas de mães cuidadoras que buscam direitos dos filhos com deficiência. Este estudo objetiva refletir sobre a intersecção entre os temas: BPC, mulheres, crianças com deficientes na atual ordem social burguesa. Adotamos como metodologia, a pesquisa bibliográfica e análise do discurso de mulheres mães, a partir dos relatos registrados em diário de campo, obtidos pela inserção de estágio supervisionado em Serviço Social. Dentre os achados da pesquisa, constatamos que o machismo e o patriarcado, reproduzido por meio de discursos, se colocam como limitadores ao acesso aos direitos. O excessivo trabalho de cuidado, disposto unilateralmente às mulheres mães, se coloca como marcador importante na restrição de direitos. O Serviço Social é uma profissão que tem se colocado como meio para desburocratizar os serviços da população nos territórios periféricos como é o caso da realidade analisada. Frentes coletivas de debates, reflexão e organização de mulheres são mecanismos importantes para o rompimento de violações de direitos no campo da Política de Assistência Social.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationCIPRIANO, Ana Lucia de Oliveira. Mulheres, cuidado e restrições de direitos: a política de assistência social como possibilidade de (re)existência. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Serviço Social) - Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/27108
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectCuidadospt_BR
dc.subjectPessoas com deficiênciapt_BR
dc.subjectServiço Socialpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleMulheres, cuidado e restrições de direitos: a política de assistência social como possibilidade de (re)existênciapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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