A influência das bandeiras na formação de preços do mercado de gasolina e diesel no Brasil
| dc.contributor.advisor | Almeida, Edmar Luiz Fagundes de | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/4102448005988261 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Viegas, Thales de Oliveira Costa | |
| dc.contributor.referee2 | Losekan, Luciano Dias | |
| dc.creator | Costa, Aurélio Eira da | |
| dc.date.accessioned | 2017-06-05T13:57:35Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:03:40Z | |
| dc.date.issued | 2011-08 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho tem como escopo o recente processo de concentração do setor de distribuição de combustíveis no Brasil, como pode ser observado na compra da Ipiranga pelo grupo Ultra e pela Petrobras em 2007, na aquisição das operações da ExxonMobil no Brasil pela Cosan em 2008, na Texaco sendo adquirida pela Ipiranga em 2009 e na associação entre Shell e Cosan em 2010. Estes atos de concentração são analisados pelo SBDC e julgados pelo CADE para verificar se podem gerar prejuízos aos consumidores e à livre concorrência. Mediante isto, esta monografia tem como objetivo mostrar através de três estudos a influência da bandeira sobre a variável preço da gasolina comum e do óleo diesel nos postos revendedores brasileiros com os dados do levantamento de preços da ANP. No primeiro estudo é verificado que os postos de bandeira possuem preços médios de bomba e de nota maiores que os postos de bandeira branca na maioria dos estados brasileiros e, dessa forma, possuem uma margem bruta média de comercialização maior. O segundo estudo consegue provar por meio do teste T que os preços são significativamente diferentes entre as bandeiras. E, por fim, o último permite verificar redução nominal da margem bruta média de comercialização da gasolina comum e elevação tanto nominal como real da margem bruta média de comercialização do óleo diesel de 2006 para 2010 nos dois atos de concentração estudados, sendo eles: a fusão Alesat e a aquisição da Texaco pela Ipiranga. Entretanto, é preciso afirmar que existem outros fatores relevantes para o bem estar dos consumidores e que a análise do CADE é baseada nos efeitos anticompetitivos líquidos em detrimento do fato per se. Logo se deve verificar se as sinergias obtidas nas operações de concentração serão compartilhadas com o consumidor. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/2188 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Economia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Preços | pt_BR |
| dc.subject | Combustíveis | pt_BR |
| dc.subject | Consumidor | pt_BR |
| dc.subject | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | pt_BR |
| dc.title | A influência das bandeiras na formação de preços do mercado de gasolina e diesel no Brasil | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |