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Convivência familiar e comunitária infanto juvenil: uma reflexão sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora

dc.contributor.advisorSaraiva, Vanessa Cristina dos Santos
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3852535607556217pt_BR
dc.contributor.referee1Cordon, Marcele dos Santos
dc.contributor.referee2Campos, Daniel de Souza
dc.contributor.referee3Lizcano, Natalia da Silva Figueiredo
dc.creatorSilva, Thayna Nunes da
dc.date.accessioned2025-04-14T22:09:30Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:51Z
dc.date.issued2024-07-12
dc.description.resumoA Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990, no Brasil, foram grandes divisores de águas para o reconhecimento da convivência familiar e comunitária como um direito fundamental de crianças e adolescentes e o acolhimento familiar como uma política pública. Trata-se de uma tentativa brasileira de avançar rumo à efetiva proteção integral desse segmento, com o vislumbre de romper com a herança institucional menorista. Neste estudo, nos dedicamos a desnudar as contradições envolvidas entre o direito, às políticas sociais voltadas para as crianças e adolescentes e as repercussões de projetos sociais conservadores que observam na institucionalização, a única alternativa viável de proteção de crianças. Assim, a reflexão sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SFA), balizada pelo contraste entre a sua previsão legal e a realidade dos atendimentos, se fez necessário. Conduzimos uma revisão bibliográfica e abordagem qualitativa de fontes primárias e secundárias. Apreendemos que em meio às tensões políticas, ideológicas e econômicas que impactam sua execução, o SFA tem um caráter dúbio, por representar a proposta de desconstrução de ações menoristas; como também reafirma a continuidade dessa perspectiva punitivista-violadora do menorismo na sociedade brasileira, já que as crianças negras e pobres que permanecem sendo alvo dos acolhimentos, incluindo o SFA e das ações de destituição do poder familiar. Conclui-se que o Serviço Social, como profissão alicerçada em princípios emancipatórios e na implementação dos direitos, demanda o contínuo debate e articulação crítica junto ao Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e com a rede socioassistencial, para que as políticas formuladas e as decisões deliberadas sejam despidas de estereótipos, que desloquem as atuações profissionais para o conservadorismo, e se assegure os direitos fundamentais de crianças e adolescentes.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Thayna Nunes da. Convivência familiar e comunitária infanto juvenil: uma reflexão sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Serviço Social) - Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/25568
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstatuto da Criança e do Adolescentept_BR
dc.subjectAcolhimento institucionalpt_BR
dc.subjectAssistência a menorespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleConvivência familiar e comunitária infanto juvenil: uma reflexão sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedorapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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