Acesso lexical bilíngue em indivíduos biescreventes: um estudo com falantes nativos de português brasileiro e aprendizes de japonês
| dc.contributor.advisor | Garcia, Daniela Cid de | |
| dc.contributor.advisorCo1 | Soares, Rachel Antonio | |
| dc.contributor.advisorCo1Lattes | https://lattes.cnpq.br/1373024433202923 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | https://lattes.cnpq.br/6052688066349735 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Santos, Sabrina Lopes dos | |
| dc.contributor.referee1Lattes | https://lattes.cnpq.br/8830784127864408 | pt_BR |
| dc.creator | Teixeira, Natália Alves | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-11T00:30:45Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:09:00Z | |
| dc.date.issued | 2026-01-20 | |
| dc.description.resumo | Uma das questões centrais da psicolinguística do bilinguismo consiste em compreender como as informações das línguas são armazenadas e processadas. O interesse em investigar o léxico mental bilíngue gerou a necessidade de criar modelos de processamento. Entre os modelos conhecidos, o BIA+ (Dijkstra; Van Heuven, 2002) é um dos mais influentes nas pesquisas. Tal modelo propõe uma integração na retenção das representações semânticas, fonológicas e de homógrafos interlinguísticos no léxico mental bilíngue. Além disso, esse modelo também sugere um acesso lexical não-seletivo durante o reconhecimento visual de palavras. Contudo, os estudos que sustentam o BIA+ tendem a apresentar um perfil restrito de participantes: o de bilíngues que leem e escrevem em línguas alfabéticas. Nesse sentido, temos os seguintes questionamentos: será que, no caso de bilíngues que dominam sistemas de escrita distintos, o acesso lexical seria não-seletivo? E o léxico mental desses indivíduos também seria integrado? Portanto, o presente trabalho teve o objetivo de verificar se a ativação da fonologia do português brasileiro impactaria no acesso lexical da fonologia do japonês durante a leitura de palavras isoladas por estudantes universitários que possuem o português como primeira língua (L1) e o japonês como língua adicional (LA). Para tanto, elaboramos uma tarefa de nomeação com o paradigma de priming fonológico encoberto. Os resultados não indicaram diferenças estatisticamente significativas nos tempos de resposta ou na acurácia entre as condições. Este estudo contribui com a literatura de processamento bilíngue, ao fornecer discussões sobre o acesso lexical bilíngue em bilíngues biescreventes. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28825 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Bilinguismo | pt_BR |
| dc.subject | Português brasileiro | pt_BR |
| dc.subject | Língua japonesa | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA | pt_BR |
| dc.title | Acesso lexical bilíngue em indivíduos biescreventes: um estudo com falantes nativos de português brasileiro e aprendizes de japonês | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |