Negação sentencial: possibilidades interpretativas e variabilidade de posições nas sentenças em português brasileiro e alemão
| dc.contributor.advisor | Calindro, Ana Regina Vaz | |
| dc.contributor.advisorLattes | https://lattes.cnpq.br/7479355830769784 | pt_BR |
| dc.creator | Bezerra, Victor Canevari Reis Salomão | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-03T19:44:40Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:08:59Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho investiga a negação sentencial a partir de uma perspectiva gerativista, tomando como eixo central a relação entre a variação nos padrões de negação e a ordem dos constituintes sentenciais nas línguas naturais, em específico em português brasileiro (PB) e alemão. Parte-se da constatação de que a negação é um fenômeno universal, regulado por princípios da Gramática Universal, mas sujeito à variação paramétrica. O PB apresenta um comportamento singular nesse domínio, ao permitir, além da forma canônica pré-verbal [Neg V], as estruturas [Neg V não] e [V Neg], cuja distribuição e interpretação diferem funcional e discursivamente. Este trabalho discute a hipótese de que o surgimento dessas formas inovadoras de negação esteja relacionado ao fato de o português ter sido, até o século XVII, uma língua de sistema V2, sistema que permanece produtivo no alemão contemporâneo. Para tanto, são analisadas as propriedades da negação sentencial em línguas naturais, com especial atenção à Concordância Negativa, às implicações semântico-pragmáticas das diferentes estratégias negativas no PB e às particularidades da negação em alemão. Por fim, examina-se a ordem V2 no português clássico, buscando identificar possíveis conexões históricas e estruturais entre a ordem dos constituintes e a projeção da negação. Ao articular dados empíricos, teoria sintática formal e estudos sobre mudança linguística, este trabalho pretende contribuir para o entendimento da variação paramétrica da negação e dos mecanismos formais que regem sua posição e interpretação nas línguas naturais. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28718 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Língua portuguesa | pt_BR |
| dc.subject | Português brasileiro | pt_BR |
| dc.subject | Língua alemã | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESA | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS | pt_BR |
| dc.title | Negação sentencial: possibilidades interpretativas e variabilidade de posições nas sentenças em português brasileiro e alemão | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |