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Impactos da aplicação do IFRS 16 em empresas listadas na B3

dc.contributor.advisorLeal, Luiz Antonio Ochsendorf
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8404154345700489pt_BR
dc.creatorBello, Rodrigo Cury Maggessi
dc.date.accessioned2024-03-20T14:05:52Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:10Z
dc.date.issued2021-01-12
dc.description.resumoA partir de 2019, as empresas brasileiras reconheceram no balanço não apenas os arrendamentos financeiros, mas também os arrendamentos operacionais. Esta exigência surge a partir da entrada em vigor da IFRS 16. Portanto, esta pesquisa visa identificar os efeitos da adoção da IFRS 16 nos indicadores de desempenho das entidades arrendatárias no ano de 2018 para prever o seu comportamento para o ano de 2019 quando a norma que surtiu efeito. Embora diversos estudos tenham sido escritos para entender o efeito dessa norma sobre os principais indicadores financeiros, este trabalho traz uma visão atualizada das demonstrações financeiras de 2018. De acordo com essa norma, um arrendamento é um contrato que dá ao arrendatário o direito de usar o ativo por um determinado período. No entanto, o reconhecimento do direito de uso e a sua responsabilidade subjacente no balanço patrimonial irão alterar a leitura e interpretação dos rácios e a forma como avaliamos o desempenho das empresas. Para tanto, foi estudada uma amostra de 40 empresas de capital aberto com a divulgação das demonstrações financeiras na bolsa de valores brasileira B3 e em outras bolsas europeias. Foram identificados os valores correspondentes às locações operacionais e também o tratamento dado pelas empresas de auditoria nas demonstrações financeiras das empresas que identificaram como principais assuntos de auditoria ou não. O resultado da pesquisa identificou um montante de 58 bilhões de dólares relacionados a contratos de arrendamento operacional que não constam dos balanços das empresas analisadas e foi verificado que no próximo exercício haverá uma mudança significativa nos indicadores de endividamento dos arrendatários. Além disso, haverá um aumento significativo do EBITDA das empresas, uma vez que todas as despesas de arrendamento serão contabilizadas como uma amortização, ou seja, após o EBITDA.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationBELLO, Rodrigo Cury Maggessi. Impactos da aplicação do IFRS 16 em empresas listadas na B3. 2021. 46 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Contábeis) - Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22597
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Administração e Ciências Contábeispt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPadrões e normais contabeispt_BR
dc.subjectArrendamento operacionalpt_BR
dc.subjectDemonstração financeirapt_BR
dc.subjectAuditoriapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::CIENCIAS CONTABEISpt_BR
dc.titleImpactos da aplicação do IFRS 16 em empresas listadas na B3pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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