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Transformando a política institucional brasileira: nome social e participação política de travestis e transgêneros

dc.contributor.advisorBrandão, Elaine Reis
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5788713244924150pt_BR
dc.contributor.referee1Alzuguir, Fernanda de Carvalho Vecchi
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9295454708142194pt_BR
dc.contributor.referee2Ferreira, Jaqueline Teresinha
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4098277785291746pt_BR
dc.contributor.referee3Macêdo, Lucas Tramontano de
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2591837450799519pt_BR
dc.creatorFigueiredo, Giselle de Oliveira
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3915370084414401pt_BR
dc.date.accessioned2022-02-15T11:51:30Z
dc.date.available2026-05-16T03:02:33Z
dc.date.issued2021-07-09
dc.description.resumoO presente trabalho objetiva investigar como a regulamentação do nome social pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2018 impactou na participação de travestis e transgêneros na política institucional brasileira e como estas parlamentares se relacionam com os temas da saúde. Através de levantamentos e análises dos dados eleitorais dos municípios brasileiros dos anos de 2016 e 2020, de um mapeamento sociodemográfico das candidaturas e do alinhamento ideológico-político das parlamentares eleitas, foi possível reconhecer o perfil desta representação e identificar um crescimento expressivo de 251% no número de candidaturas entre os dois pleitos observados, assim como um aumento de 250% no número de candidatas eleitas em 2020. Diante dos resultados observados e após revisão crítica de conceitos sobre gênero e cidadania junto a uma discussão sobre a transgeneridade no contexto social atual, é possível compreender esta nova realidade de participação como um fenômeno multicausal, que não se relaciona exclusivamente ao uso do nome social, mas também a uma complexa conjuntura de variáveis sociais, culturais, educacionais, ambientais, econômicas, biomédicas e políticas, que determinam sobre as possibilidades, experimentações e limitações apresentadas a estes sujeitos. Em uma análise realizada sobre as propostas políticas e de atuação destas parlamentares, percebe-se uma compreensão social, popular e engajada das demandas e desafios da saúde brasileira.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationFIGUEIREDO, Giselle de Oliveira. Transformando a política institucional brasileira: nome social e participação política de travestis e transgêneros. 2021. 99 f. Monografia (Graduação em Saúde Coletiva) – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/16265
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Estudos em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTransexuaispt_BR
dc.subjectTransexuaispt_BR
dc.subjectTransgênerospt_BR
dc.subjectNome socialpt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.titleTransformando a política institucional brasileira: nome social e participação política de travestis e transgênerospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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