A expressão de modalidade no transtorno do espectro autista: uma revisão sistemática da literatura
| dc.contributor.advisor | Martins, Adriana Leitão Martins | |
| dc.contributor.advisorCo1 | Sant’Anna, Amanda Alevato de | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/3516755675572396 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Gomes, Jean Carlos da Silva | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0026476011255568 | pt_BR |
| dc.creator | Alfradique, Nathallia Gonçalves | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-20T14:01:44Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:08:58Z | |
| dc.date.issued | 2026-01-17 | |
| dc.description.resumo | Embora não seja um fator determinante para diagnosticar o Transtorno do Espectro Autista (TEA), déficits de linguagem nessa população vêm sendo amplamente descritos. Segundo Eigsti e Bennetto (2009), categorias sintáticas podem estar comprometidas na gramática mental desses indivíduos. Sendo a Modalidade uma categoria linguística ligada à sintaxe,o objetivo geral deste trabalho é contribuir para os estudos acerca da Modalidade na linguagem de sujeitos com o TEA, e, de maneira específica, descrever as formas de expressão e compreensão de Modalidade verbal e adverbial por sujeitos com TEA à luz da cartografia sintática (Cinque, 1999; 2006). Para tanto, empreendeu-se uma revisão sistemática da literatura, norteada pelas seguintes perguntas de pesquisa: 1) Há uma descrição da expressão da modalidade por sujeitos com TEA?; 2) Quais são os valores modais contemplados nessa descrição?; 3) Há uma prevalência de estudos sobre algum valor modal em específico?; 4) Quais os métodos empregados nessas investigações?; 5) Quais são as orientações teóricas do ponto de vista linguístico dos estudos desenvolvidos?; 6) Como os pesquisadores avaliam a expressão/compreensão da Modalidade por essa população? Apenas um artigo atendeu a todos os critérios de seleção, cujos resultados indicam haver diferença na performance narrativa de meninos e meninas com TEA no que se refere à Modalidade, tendo o primeiro grupo apresentado um menor uso de termos que expressam desejo, intenção e obrigação. Dessa forma, constatou-se uma grande lacuna nos estudos linguísticos voltados para a investigação de Modalidade em relação ao TEA de uma forma geral, e, especificamente, que caracterizem a expressão de Modalidade por esses indivíduos à luz da proposta cartográfica de Cinque (1999; 2006). | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28524 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Disturbios da linguagem | pt_BR |
| dc.subject | Transtornos da linguagem | pt_BR |
| dc.subject | Transtorno de espectro autista | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA | pt_BR |
| dc.title | A expressão de modalidade no transtorno do espectro autista: uma revisão sistemática da literatura | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |