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Subordinação da gestão pública ao setor privado: reflexões a partir da política de segurança pública e o Porto Maravilha, Rio de Janeiro

dc.contributor.advisorSantos Junior, Orlando Alves dos
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9002048584203951pt_BR
dc.contributor.referee1Luft, Rosangela Marina
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1510851676568870pt_BR
dc.contributor.referee2Werneck, Mariana da Gama e Silva
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3942235011548441pt_BR
dc.creatorVial, Yago de Avila
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8993313773655528pt_BR
dc.date.accessioned2021-08-09T22:54:11Z
dc.date.available2026-05-16T03:00:38Z
dc.date.issued2019-07-05
dc.description.resumoA partir dos anos 1990, progressivamente o Rio de Janeiro passou a adotar um novo modelo de governança da cidade marcadamente empreendedorista neoliberal, que o acompanhou por mais de 20 anos, e ainda continua. O objetivo desse trabalho é refletir sobre como esse novo modelo se materializa em políticas públicas onde o público se subordina ao privado. Essa reflexão tem como foco o projeto Porto Maravilha e especificamente a política de segurança pública que dialoga com essa empreitada, que pode ser denominada de segurança subordinada. Neste percurso, veremos como a cidade do Rio de Janeiro adentrou nesse novo modelo (seguindo com suas especificidades), e observaremos como as políticas de segurança pública também sofreram influências dessa mudança. A síntese desta subordinação pode ser expressa no projeto Centro Presente, que carrega consigo as mesmas lógicas de subordinação do Porto Maravilha, além da influência das outras políticas de segurança pública. Para esse fim, será explorado as bibliografias sobre o tema, além de reportagens que ajudarão a mostrar como a agenda pública agora é subordinada às vontades dos agentes privados. Nas considerações finais, a reflexão indica que apenas com uma sociedade civil ativa, que eleve as vozes populares, com atuação permanente e organizada, será possível exercer o pleno exercício da democracia e fazer com que o Público atue em nome do Interesse público – ou seja, de todos, não de particulares.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14755
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGovernança corporativapt_BR
dc.subjectParceria público-privadapt_BR
dc.subjectSegurança públicapt_BR
dc.subjectÁreas portuáriaspt_BR
dc.subjectOperações urbanaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::SERVICOS URBANOS E REGIONAIS::ASPECTOS ECONOMICOS DO PLANEJAMENTO URBANO E REGIONALpt_BR
dc.titleSubordinação da gestão pública ao setor privado: reflexões a partir da política de segurança pública e o Porto Maravilha, Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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