A luta pelos direitos da mulher na peça: O convento ou Os votos forçados de Olympe de Gouges.
| dc.contributor.advisor | Villar, Marília Santanna | |
| dc.contributor.advisorLattes | https://lattes.cnpq.br/4007480540222215 | pt_BR |
| dc.creator | Pinto, Fernanda Gomes Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-11T00:10:23Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:09:00Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.resumo | O presente trabalho analisou a trajetória de Olympe de Gouges e a peça O Convento ou Os Votos Forçados inseridas no contexto histórico do século XVIII e da Revolução Francesa. A pesquisa teve o objetivo de compreender a forma que a autora utilizou sua obra como instrumento de resistência, de crítica às estruturas sociais e de luta pela igualdade entre os sexos. Cabe ressaltar o período de profunda transformação que a sociedade passava. Assim, Olympe usou cartazes, panfletos e o teatro para expor as relações de dominação e ausência de liberdade feminina da época. Olympe de Gouges foi uma mulher à frente do seu tempo, comprometida com a construção de uma sociedade igualitária com cidadania plena a todos. Nesse sentido, a análise da peça revelou que o convento era um espaço de coerção em que mulheres eram enclausuradas e obrigadas a declarar votos. A parte dos personagens que articulavam discursos de acordo com os ideais revolucionários eram retratados de maneira positiva, já os outros personagens eram retratados de forma negativa. Ademais, o momento de transformação social afetava a relação da sociedade com a Igreja, instituições eclesiásticas eram vistas com desconfiança, a revolução impôs a descristianização e muitos sacerdotes foram perseguidos e mortos. Nesse sentido, Olympe manteve a consciência crítica sobre os excessos cometidos em nome da revolução e suas obras continuavam a expor as contradições de uma sociedade que proclamava por liberdade, mas não tolerava questionamentos e mantinha profundas desigualdades. A autora foi presa, condenada à morte e guilhotinada por críticas aos revolucionários. Olympe de Gouges foi pioneira na defesa de direitos das pessoas mais vulneráveis da sociedade e principalmente na defesa dos direitos da mulher. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/28823 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Literatura francesa | pt_BR |
| dc.subject | Crítica e interpretação | pt_BR |
| dc.subject | ´Mulheres na literatura | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS | pt_BR |
| dc.title | A luta pelos direitos da mulher na peça: O convento ou Os votos forçados de Olympe de Gouges. | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |