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Repetibilidade e reprodutibilidade da calibração de sensor de fluxo de orifício variável com o método da seringa

dc.contributor.advisorTavares, Frederico Caetano Jandre de Assis
dc.contributor.advisorCo1Ribeiro, Gabriel Casulari da Motta
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3496562452506072pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7869963100403994pt_BR
dc.contributor.referee1Menegaldo, Luciano Luporini
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0407737830615201pt_BR
dc.contributor.referee2Moriya, Henrique Takachi
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8298199857246323pt_BR
dc.creatorTrajano, Vinícius Siqueira
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1847949867808681pt_BR
dc.date.accessioned2025-12-09T14:16:43Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:55Z
dc.date.issued2022-06
dc.description.abstractThis work evaluated the repeatability and reproducibility of the calibration of a variable orifice flowmeter using the fixed volume syringe method, focusing on the possible effects of syringe stroke direction and different waveforms during calibration. We compared both sides of the flowmeter (W and B) in configurations with the side not connected to the syringe open to the room or connected to a tube. For each of the 4 possible combinations, sinusoidal flows were generated with an automated syringe. Additionally, only for the B side connected to the syringe without the tube on the W side, constant flows generated by the automated syringe, and flows generated manually by two operators (1 and 2) using a calibration syringe, were applied. Three measurements were performed for each configuration and one of them was used to generate polynomials of 5th degree for each flow direction. We considered errors of volume measurement within the range of ±3% as acceptable. For sinusoidal flows, all calibrations for the emptying syringe, and the one for the B side filling the syringe without the tube on the W side, showed repeatability. No calibration was reproducible when applied to measurements with the syringe moving in the opposite direction. For constant or manually generated flows, there was repeatability only for calibrations with the emptying syringe. When a calibration was applied to a signal from a different waveform, only the one generated by operator 1 for the emptying syringe and applied to sinusoidal flows showed acceptable errors. These results support that calibration should be performed with the syringe motion in a direction that resembles how flow is generated during application, however other factors that may affect calibration, such as other circuit assemblies and gas compositions, were not evaluated.pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho avaliou a repetibilidade e reprodutibilidade da calibração de um sensor de fluxo de orifício variável (SFOV) utilizando o método de seringa de volume fixo, com foco no possível efeito dos sentidos do curso do êmbolo da seringa e de diferentes formas de onda durante a calibração. Comparamos os dois lados do SFOV (W e B) em configurações com o lado oposto a seringa aberto ao ambiente ou conectado a um tubo. Para as 4 combinações possíveis, foram gerados fluxos senoidais com uma seringa automatizada. Adicionalmente, apenas para o lado B conectado à seringa sem o tubo no lado W, foram aplicados fluxos constantes também gerados pela seringa automatizada, e fluxos gerados manualmente por dois operadores (1 e 2) usando uma seringa de calibração. Foram realizadas três repetições para cada configuração e uma delas foi usada para gerar polinômios de 5◦ grau para cada sentido do fluxo. Consideramos aceitável erros de medição de volume entre ±3%. Para fluxos senoidais, todas as calibrações para a seringa esvaziando, e apenas para o lado B sem o tubo conectado para a seringa enchendo, mostraram repetibilidade. Nenhuma calibração foi reprodutível quando aplicada à medição com a seringa se movendo no sentido oposto. Para fluxos constantes ou gerados manualmente, houve repetibilidade somente para as calibrações com a seringa esvaziando. Quando uma calibração foi aplicada a um sinal com formato diferente, apenas a gerada pelo operador 1 para a seringa esvaziando aplicada a fluxos senoidais apresentou erros aceitáveis. Esses resultados apoiam que a calibração deve ser realizada no sentido da seringa que se assemelhe ao fluxo durante a aplicação, porém fatores que afetam a calibração como outras montagens e composições gasosa não foram avaliados.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationTRAJANO, Vinícius Siqueira. Repetibilidade e reprodutibilidade da calibração de sensor de fluxo de orifício variável com o método da seringa. 2022. 66 f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Biomédica, COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/27860
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenhariapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Biomédicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCalibração de seringaspt_BR
dc.subjectMétodo de seringa de volume fixopt_BR
dc.subjectSensor de fluxo de orifício variávelpt_BR
dc.subjectMetrologiapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA BIOMEDICA::ENGENHARIA MEDICApt_BR
dc.titleRepetibilidade e reprodutibilidade da calibração de sensor de fluxo de orifício variável com o método da seringapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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