A percepção docente sobre a influência da escola na construção da identidade de gênero no ensino de química
| dc.contributor.advisor | Teixeira, Viviane Gomes | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1229963402809254 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Casellato, Annelise | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6666301937868490 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Abreu, Rozana Gomes de | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/8401907110049381 | pt_BR |
| dc.creator | Costa, Rachel Belmont Madeira da | |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4732321462496065 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-04-15T18:56:48Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:08:51Z | |
| dc.date.issued | 2024-12-20 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho examina como a escola, vista como um campo social segundo a Teoria Social de Pierre Bourdieu, contribui para a construção de identidades de gênero e para a escolha profissional de estudantes no ensino de Ciências. Utilizando os conceitos de habitus, campo, violência simbólica e capitais (cultural, econômico e simbólico), investiga-se como as práticas pedagógicas, as relações de poder e as estruturas culturais no ambiente escolar reproduzem desigualdades de gênero e perpetuam a segregação de meninas em carreiras científicas. A pesquisa foi realizada com dois professores da rede pública do Rio de Janeiro, por meio de entrevistas semiestruturadas analisadas qualitativamente com base no método de Laurence Bardin. Os resultados mostram que o habitus dos estudantes, moldado pelas disposições familiares e escolares, interage com os valores e normas do campo escolar, frequentemente legitimando barreiras simbólicas que dificultam o acesso de meninas às Ciências Exatas e da Natureza. Além disso, destaca-se o papel da violência simbólica, operada através das normas culturais implícitas e das expectativas de gênero, na reprodução de hierarquias que privilegiam os capitais de determinados grupos sociais. Conclui-se que a escola, embora reproduza desigualdades, possui potencial para atuar como agente transformador, promovendo ações que desafiem estereótipos de gênero e democratizem o acesso às áreas científicas. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/25579 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Química | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Estereótipos de gênero | pt_BR |
| dc.subject | Violência simbólica | pt_BR |
| dc.subject | Habitus | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICA | pt_BR |
| dc.title | A percepção docente sobre a influência da escola na construção da identidade de gênero no ensino de química | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |