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A Sedimentação no Complexo de Lobos Almirante Câmara, Bacia de Campos, durante o Pleistoceno Final e Holoceno,com base em análise bioestratigráfica de Foraminíferos Planctônicos

dc.contributor.advisorRios Netto, Aristóteles de Moraes
dc.contributor.advisorCo1Brito, Daniela Santos Machado
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1317235573956292pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2055448928251991pt_BR
dc.contributor.referee1Carelli, Thiago Gonçalves
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4385889277241165pt_BR
dc.contributor.referee2Sanjinés, Antônio Enrique Sayão
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5712975177852314pt_BR
dc.creatorPeixoto, Fernanda de Assis
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0996254356263642pt_BR
dc.date.accessioned2018-11-09T15:31:37Z
dc.date.available2026-05-16T03:04:33Z
dc.date.issued2015-07
dc.description.resumoA Bacia de Campos está localizada na margem continental sudeste brasileira, sendo uma das principais províncias petrolíferas do país. Hoje, essa bacia responde por mais de 80% da produção nacional. Quase a totalidade das reservas pós-sal dessa bacia ocorre em turbiditos oligocênicos de águas profundas (Formação Carapebus). O Complexo de Lobos Almirante Câmara, área de interesse desse estudo, encontra-se na porção nordeste desta bacia. Sua distribuição faciológica mantém-se a mesma desde o início do Paleoceno, apresentando semelhanças mais evidentes, em relação ao Recente, a partir do Oligoceno. Sendo assim, é de grande importância o entendimento da sedimentação quaternária para compreender os sistemas petrolíferos da Bacia, uma vez que os reservatórios turbidíticos oligocênicos encontram um excelente análogo no Complexo de Lobos. O objetivo desde trabalho foi contribuir para um maior conhecimento da dinâmica de sedimentação quaternária do Complexo de Lobos Almirante Câmara, bem como sua evolução, através da análise e interpretação bioestratigráfica baseadas em foraminíferos planctônicos. Para tal fim, foram estudadas 39 amostras provenientes quatro testemunhos a pistão (LAC 01, LAC, 05, LAC 08 e LAC 27), coletados no talude inferior desta Bacia. Como resultado, foram reconhecidas as biozonas Z (pós-glacial/Holoceno) e Y (glacial/Pleistoceno Superior), bem como a Subzona Y1 e Z2.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5703
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBacia de Campospt_BR
dc.subjectBioestratigrafiapt_BR
dc.subjectForaminíferos planctônicospt_BR
dc.subjectQuaternáriopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleA Sedimentação no Complexo de Lobos Almirante Câmara, Bacia de Campos, durante o Pleistoceno Final e Holoceno,com base em análise bioestratigráfica de Foraminíferos Planctônicospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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