Desastres naturais e a economia: análise das perdas na produção agropecuária pela seca no semiárido brasileiro
| dc.contributor.advisor | Young, Carlos Eduardo Frickmann | |
| dc.contributor.advisorCo1 | Sant’Anna, André Albuquerque | |
| dc.contributor.advisorCo1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2809896893987958 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/9132537574929792 | pt_BR |
| dc.creator | Costa, Lucas de Almeida Nogueira da | |
| dc.date.accessioned | 2019-07-31T15:28:15Z | |
| dc.date.available | 2026-05-16T03:02:05Z | |
| dc.date.issued | 2019-01 | |
| dc.description.resumo | O Nordeste brasileiro sofreu, entre 2012 e 2015, uma das piores secas registradas na sua história, resultando em diversas perdas socioeconômicas na região. Dada a importância do desastre da seca para o semiárido brasileiro, esse estudo pretende avaliar e quantificar as perdas agropecuárias decorrentes desse desastre. O objetivo é identificar as perdas de área plantada e de valor da produção agropecuária, avaliando se as culturas familiares sofrem maiores consequências na ocorrência de secas. Além disso, outro objetivo é estudar a relação da seca com a produtividade por hectare colhido e estimar as perdas monetárias no decorrer das últimas décadas. Para isso, foi construída uma base de dados em painel em níveis anual e municipal de precipitação média mensal, incluindo diversas variáveis de produção agropecuária. A construção e utilização dessa base permitiu a implementação de uma estratégia empírica robusta e difundida na literatura mais recente sobre economia do clima. Os resultados encontrados apontam na mesma direção que a literatura existente, alertando para as grandes perdas agropecuárias causadas pelas secas em regiões vulneráveis. Municípios com precipitação média inferior a 30mm/mês perdem, em média, 27,4 pontos percentuais da sua área plantada por conta da seca, enquanto municípios com precipitação média entre 30 e 60mm/mês perdem pela seca, em média, 9,5 p.p. da área plantada. Esses resultados são ainda mais expressivos quando são analisadas culturas majoritariamente familiares separadamente: no caso do milho, municípios com menos de 30mm/mês perdem, em média e pela seca, 44,0 p.p. de toda área plantada. Isso corrobora a hipótese – extensamente abordada na literatura – de que os produtores familiares sofrem as maiores perdas por sua maior vulnerabilidade. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11422/8977 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Economia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFRJ | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mudanças climáticas | pt_BR |
| dc.subject | Desastre natural | pt_BR |
| dc.subject | Seca - Nordeste brasileiro | pt_BR |
| dc.subject | Produção agropecuária | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | pt_BR |
| dc.title | Desastres naturais e a economia: análise das perdas na produção agropecuária pela seca no semiárido brasileiro | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |