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Adaptação de prova no município do Rio de Janeiro

dc.contributor.advisorRazuck, Renata Cardoso de Sá Ribeiro
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9050587031421038pt_BR
dc.contributor.referee1Fontes, Alessandra
dc.contributor.referee2Brito, Amanda Gregório de
dc.creatorNóbrega, Camilla Vieira da
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4613261521884500pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-09T09:01:03Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:58Z
dc.date.issued2025-11-13
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo compreender como são realizadas as adaptações de provas para alunos com deficiência inseridos em turmas regulares de ensino e identificar quem são os responsáveis por esse processo. Com foco na rede pública municipal de ensino, busca-se analisar como a padronização das provas impacta as possibilidades de adaptação e a efetiva verificação do conhecimento adquirido pelos estudantes. As adaptações, denominadas pedagógicas, ocorrem durante toda a etapa escolar e estão presentes não apenas no momento da prova, mas também no cotidiano da sala de aula e nas tarefas enviadas para serem realizadas em casa. No contexto avaliativo, adaptar significa refletir sobre as condições de aplicação, formatação e os recursos concretos, tecnológicos e humanos necessários para que o estudante alcance o objetivo proposto. A pesquisa é de caráter qualitativo e adotou como metodologia a revisão bibliográfica e a análise documental de provas de Língua Portuguesa e Matemática, adaptadas e não adaptadas, do Ensino Fundamental. Os resultados apontam que há diversas formas de adequar um mesmo conteúdo. Sendo assim, essa diversificação está diretamente relacionada ao ritmo de aprendizagem, às particularidades de cada estudante e de sua deficiência ou transtorno, bem como ao nível de suporte pedagógico necessário, considerando que cada um se encontra em um grau distinto de autonomia, de desenvolvimento do pensamento simbólico e abstrato, de raciocínio lógico e de capacidade interpretativa. Portanto, algumas adaptações podem enfatizar aspectos secundários de determinadas questões, como a execução, em vez da interpretação dos dados propriamente dita. Além disso, compreende-se que a avaliação é um processo contínuo e que a prova escrita não deve ser considerada o único instrumento avaliativo no contexto escolar.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationNÓBREGA, Camilla Vieira da. Adaptação de prova no município do Rio de Janeiro. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) - Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28391
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInclusão escolarpt_BR
dc.subjectEducação especialpt_BR
dc.subjectEnsino fundamentalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.titleAdaptação de prova no município do Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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