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Carta de restauração dos fósseis

dc.citation.epage265pt_BR
dc.citation.issue2pt_BR
dc.citation.spage254pt_BR
dc.citation.volume13pt_BR
dc.contributor.translatorSiciliano, Mell Longuinho André
dc.contributor.translatorMachado, Deusana Maria da Costa
dc.creatorBorselli, Vittorio
dc.creatorConfortini, Federico
dc.creatorDal Sasso, Cristiano
dc.creatorMalzanni, Matteo
dc.creatorMuscio, Giuseppe
dc.creatorPaganoni, Anna
dc.creatorSimonetto, Luca
dc.creatorTeruzzi, Giorgio
dc.date.accessioned2020-12-23T21:52:44Z
dc.date.available2026-05-16T03:06:34Z
dc.date.issued2020
dc.description.resumoA Itália é um país com forte tradição no campo da restauração. Não surpreende, portanto, que a Carta de Restauração dos Fósseis tenha nascido em contexto italiano. O documento, publicado em 1998, organiza e sistematiza informações sobre cada atividade que possa influenciar na longevidade do fóssil, desde a escavação até o momento de guarda em uma instituição. Apesar de muitos dos pontos abordados serem intrínsecos do “fazer paleontologia”, algumas questões nos parecem relevantes para profissionais que queiram tratar de fósseis. Algo importante a enfatizar, por exemplo, é a inclusão de informações de campo, de preparação e conservação na documentação do registro na coleção científica – dados já apontados para uma documentação museológica. Outro ponto importante a destacar é a necessidade das instituições de prover laboratórios de preparação, restauração e conservação para os vários objetos de pesquisa, com profissionais qualificados nas diversas áreas de conhecimento necessárias para estas atividades. Infelizmente, isso ocorre pontualmente em certas instituições. Acreditamos que as normas de restauração e de conservação de fósseis, normalmente dispersas em várias bibliografias, foram habilmente sintetizadas na presente carta, favorecendo o conhecimento dos princípios básicos dos critérios de base e normas a serem seguidas para a coleta, preparação, restauração e conservação de material fóssil. E, ainda que a realidade italiana seja diversa da brasileira em muitos aspectos, as boas práticas indicadas no texto têm o potencial de servir de norte para políticas de gestão de coleções paleontológicas. Por fim, agradecemos ao Dr. Vittorio Borselli, coordenador da presente Carta, por conceder a autorização para tradução do documento, e assim, proporcionar sua difusão abrangente entre os profissionais que trabalham com a curadoria de material paleontológico no Brasil.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.citationBORSELLI, Vittorio et al. Carta de restauração dos fósseis. Tradução: Mell Longuinho André Siciliano, Deusana Maria da Costa Machado. Museologia e Patrimônio, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 254-265, 2020.pt_BR
dc.identifier.issn1984-3917pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/13470
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentSistema de Bibliotecas e Informaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUNIRIOpt_BR
dc.relation.ispartofMuseologia e Patrimôniopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRestorationen
dc.subjectPaleontologyen
dc.subjectFossilsen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::MUSEOLOGIApt_BR
dc.titleCarta de restauração dos fósseispt_BR
dc.typeTraduçãopt_BR

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