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O uso do radar de penetração no solo (GPR) no parque paleontológico de São José de Itaboraí, Itaboraí - RJ

dc.contributor.advisorDias, Gleide Alencar do Nascimento
dc.contributor.referee1Vasquez, Guilherme Fernandes
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8451534829739989pt_BR
dc.contributor.referee2Mansur, Katia Leite
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2321793386300188pt_BR
dc.creatorSeixas, Emerson Gomes
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4165803369408203pt_BR
dc.date.accessioned2019-03-26T17:47:55Z
dc.date.available2026-05-16T03:04:59Z
dc.date.issued2018-09
dc.description.resumoEste trabalho apresenta um levantamento geofísico utilizando o método de Radar de Penetração de Solo (GPR) no Parque Paleontológico de São José do Itaboraí, Itaboraí - RJ. As linhas de aquisição foram obtidas na borda noroeste da bacia, próximas ao poço 2-ITAB-1-RJ. O método GPR foi utilizado em terreno formado por carbonatos, a fim de ser observada a resposta quanto à propagação das ondas eletromagnéticas de altas frequências nesse meio. O equipamento utilizado possuí antenas transmissoras e receptoras no qual a onda é emitida para o meio, onde ao encontrar contraste de permissividade dielétrica nas camadas este retornará superfície onde será registrado, permitindo que se estimem as profundidades das interfaces refletoras, desde que seja conhecida a velocidade de propagação das ondas no meio. O equipamento de GPR utilizado na aquisição foi o modelo TerraSIRch SIR-3000 com antenas 3200 MLF de frequência em 35 MHz com alcance de 40 metros de profundidade, também na mesma área, se utilizou o equipamento modelo GSSI SIR-2000 com antena modelo 5106/A de frequência em 200 MHz, com uma penetração de 9 m. Após a aquisição de dados as linhas foram processadas para remoção de ruídos e interpretadas no programa ReflexW. O estudo apresentou relativa correlação entre as seções radargramas geradas pelas duas antenas com o perfil descrito do poço 2-ITAB-1-RJ. Pode se concluir que em estudos em carbonatos com algumas interfaces que variam com presença de carbonato, areia e aterro, verificadas em seções estratigráficas podem ser diferenciadas ou não, pelo método geofísico utilizado, como no caso eletromagnético.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/6845
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCarbonatospt_BR
dc.subjectRadar de Penetração de Solo (GPR)pt_BR
dc.subjectItaboraí - RJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.titleO uso do radar de penetração no solo (GPR) no parque paleontológico de São José de Itaboraí, Itaboraí - RJpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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