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Aquisição de perfect universal, resultativo e experiencial associado ao passado no português do Brasil

dc.contributor.advisorMartins, Adriana Leitão
dc.contributor.advisorCo1Rebouças, Érica Silva
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3754141877638684pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3516755675572396pt_BR
dc.contributor.referee1Melo, Marcelo Alexandre Silva Lopes de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8845532494430243pt_BR
dc.creatorNascimento, Wine Costa do
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7223904331557586pt_BR
dc.date.accessioned2024-02-07T13:34:59Z
dc.date.available2026-05-16T03:08:05Z
dc.date.issued2024-01-25
dc.description.resumoO objetivo geral deste trabalho é contribuir para a descrição do processo de aquisição do português do Brasil (PB). O objetivo específico é investigar a aquisição de perfect universal (PU), perfect experiencial (PEx) e perfect resultativo (PRes) associados ao passado no PB através da análise da emergência das realizações morfossintáticas desses tipos de perfect na produção infantil. Dessa maneira, busca-se responder questões como: (i) quais os tipos de perfect associados ao passado são mais utilizados na fala de crianças em processo de aquisição de linguagem?, (ii) quais as realizações morfossintáticas são primeiramente utilizadas para realizar esses tipos de perfect quando associados ao passado?, (iii) quais dessas realizações são mais comuns na produção de crianças falantes do PB? e (iv) quais tipos de perfect associado ao passado são primeiramente realizados na produção de crianças adquirindo o PB? A hipótese deste trabalho é a de que a emergência das realizações de perfect associado ao passado nessa língua se dá de acordo com a seguinte ordem: primeiramente, PRes, depois, PU e, finalmente, PEx. A metodologia utilizada foi a análise de dados longitudinais retirados da plataforma CHILDES de 7 crianças adquirindo o PB. A idade média de início das transcrições para essas crianças é de 5 anos e 2 meses e a idade média de fim é de 8 anos e 6 meses. Na amostra, foram verificadas as realizações verbais e adverbiais em contexto de veiculação de PU, PRes e PEx associados ao passado descritas em Sant’Anna (2021) para a produção adulta do PB. Constatou-se que o tipo de perfect mais realizado na amostra das crianças foi o PRes e que, para a realização de PU, a morfologia mais utilizada foi a de pretérito imperfeito e, para a realização de PRes e PEx, a de pretérito mais-que-perfeito composto. Os resultados não possibilitam a refutação ou confirmação de nossa hipótese, uma vez que os dados analisados revelam divergências significativas quanto ao primeiro tipo de perfect associado ao passado produzido por cada criança. Discute-se que os resultados quanto às morfologias mais empregadas na realização de PU, PRes e PEx corroboram os argumentos de Sant’Anna (2021) de que essas são as prototípicas para expressar cada um desses tipos de perfect.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22466
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectPortuguês brasileiropt_BR
dc.subjectAquisição da linguagempt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.titleAquisição de perfect universal, resultativo e experiencial associado ao passado no português do Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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